segunda-feira, 27 de junho de 2011

Pimentão recheado

Pimentão é uma coisa mega indigesta prá um monte de gente, não prá mim. Além do mais é uma das poucas comidas diferentes que dá prá preparar em mini porções, por isso aqui em casa rola pimentão recheado sempre!




INGREDIENTES

1 pimentão verde, água fervente, 100 gr de carne moída, azeite, alho, cebola, sal, pimenta do reino, molho de tomate, manjericão, queijo mussarela e orégano.


MODO DE PREPARO


Coloque a água para ferver. Corte o pimentão ao meio, tire o miolo e a semente e coloque numa tigela. Despeje sobre ele água fervente e repita esse processo por mais duas vezes.







Numa outra panela refogue o alho e a cebola em um pouco de azeite. Acrescente a carne e quando ela estiver sequinha tempere com o sal e a pimenta do reino. Hora de acrescentar o molho de tomate. Vale lembrar que não se trata de um molho à bolonhesa então coloque apenas a quantidade de molho suficiente para umedecer a carne. Acerte a acidez do molho com um pouco de açúcar (+ ou - 1 colher de chá), um pouco de margarina (+ ou - 1 colher de chá também), um pouquinho de leite e acrescente o manjericão. Desligue a panela assim que o molho ferver.


Coloque o pimentão num refratário, recheie, cubra com a mussarela, polvilhe o orégano e leve para o forno. Quando o queijo derreter, o pimentão está pronto!








Fica a dica: Um pouco de queijo parmesão por cima da carne antes de colocar a mussarela também vai muito bem!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Creme de legumes

Para dar boas vindas ao inverno....


Essa dica é ótima para esquentar o friozinho sem ter que lutar contra a preguiça.
E, para me repetir, é mais uma daquelas receitas muito versáteis e que aceita milhões de variações. Libere a criatividade, fuce na geladeira e juro que o mais difícil é descascar os legumes.

Para o creme de hoje usei:
1 cenoura grande sem casa e picada
3 batatas médias sem casa e picadas
1 punhado de lentilha
1 tablete de caldo de legumes
2 dentes de alho triturados
2 colheres de sopa de azeite de oliva
Sal, pimenta do reino, salsinha ou coentro a gosto
1\2 caixinha de creme de leite (mas pode ser 1 colher de sopa de amido de milho dissolvido em 100ml de leite)
Croutons  para finalizar

PREPARO:
Coloque numa panela de pressão a cenoura, as batas, a lentilha e o caldo de legumes, coloque água até cobrir tudo. Leve ao fogo e assim que pegar pressão conte 10 minutos e desligue.

Coloque o conteúdo da panela no liquidificador e bata primeiro em velocidade baixa e vá aumentando aos poucos (para que o vapor não jogue a tampa longe – kkkkk), bata bem.

Enquanto isso, na panela de pressão (ou qualquer outra se você quiser sujar mais louça) você frita o alho no azeite. Deixe o fogo baixo, junte o creme que você bateu no liquidificador, coloque o sal e os outros temperinhos, assim que começar a aparecer as primeiras bolhas de fervura desligue o fogo e junte o creme de leite (ou o leite com amido), mexa bem para incorporar rápido, ligue o fogo de novo e, em fogo baixinho vá mexendo até engrossar, o que leva no máximo 3 minutinhos e pronto.

Sirva em travessas individuais e coloque crouton por cima.

Vale lembrar que esse creme pode ser feito com uma infinidade de legumes combinados ou não. Para quem gosta de uma coisa mais bombástica, vale colocar cubinhos de bacon ou calabresa e\ou queijos em cubo ou ralado. Neste caso a dica é colocar o queijo no prato e jogar o creme encima... hummmmmm.
Fica a Dica!

domingo, 19 de junho de 2011

Aí vai meu desabafo...

 



Postei a mesma matéria em meu blog ( http://diabetesevoce.blogspot.com/ ), afim de encorajá-los a correr atrás do que necessitam ,e acompanharem esta minha nova luta. Quando esta batalha estiver vencida, vocês serão os primeiros a saberem.

Ai como nós com dietas especiais sofremos para comprar nossa alimentação!
Não encontramos um único estabelecimento que tenha tudo o que precisamos...
Minhas compras são feitas em doses homeopáticas, uma coisa em um mercado, outro alimento na vendinha da esquina, e por ai vai...
A dificuldade em encontrar alimentos não é o único problema mais também os preços... Meu Pai do Céu!
Pagamos o dobro em quase tudo... O que deveria ser diferente uma vez que nossa alimentação deveria ser o mais saudável possivel. Conclusão: Gastos com medicamentos, convênio médico, alimentação e por aí vai...
                                                      
 
Embora hoje eu receba da farmárcia de alto custo minhas insulinas, isto não isenta os demais gastos. E ai?
A saúde pública em nosso país é uma vergonha, meses para se conseguir um benefício, para se marcar uma consulta... Enquanto isso padecemos?
Graças a Deus me desdobro para pagar um convênio médico, e quem não pode?
Já passei por isso e sei bem o que é depender de uma consulta no Hospital das Clínicas e no Posto de Saúde, além é claro do "ótimo" atendimento que recebemos. Parece que estamos doentes por que queremos, ou mesmo por que temos a autoestima baixa, então gostaríamos de chamar atenção.
Neste exato momento, recorro para obter uma bomba de infusão de insulina, uma vez que já entrei com o requerimento e não fui atendida... Eles pensam que eu não necessito da mesma pois não tenho sequelas significativas da doença. Pode?
 
Bomba de infusão de insulina
 Acho que pensam que sou masoquista, que quero ficar com um catéter no abdomen por puro prazer...
Como sempre digo, o diabetes como outras doenças dá para se viver bem, mais precisamos de certas condições para termos qualidade de vida.
Por isso peço a todos vocês, reclamem, recorram, gritem, quando precisarem de algo do Estado é estressante, mas temos que nos fazer presente.
 
obs: A bomba de infusão de insulina é um aparelho do tamanho de um Pager ligado ao corpo por um finíssimo cateter com uma agulha flexível na ponta. A agulha é inserida na região subcutânea do abdômen ou da coxa, e deve ser substituída a cada dois ou três dias para evitar obstruções. O funcionamento dela é simples, liberando uma quantidade de insulina basal, programada pelo médico, 24 horas por dia, tenta imitar o funcionamento do pâncreas de uma pessoa comum, no entanto a cada refeição é preciso fazer o calcúlo da quantidade de carboidratos que serão ingeridos ( a conhecida contagem de carboidratos ) e programar o aparelho para lançar uma quantidade de insulina rápida ou ultra-rápida no organismo.

Festa Junina

Amigos, a páscoa não foi fácil para mim. Embora eu seja diabética a um tempo considerável, estas datas comemorativas sempre mexem comigo, dá uma vontade de comer tudo o que vejo pela frente, ainda mais quando vejo todos desfrutando das delícias culinárias. Ás vezes não é nem a vontade de comer aquilo, é gula mesmo, ou o famoso olho grande (kkkkk).
Agora, Festa Junina é uma data que amo !!!! Mesmo por que, os principais alimentos são feitos de amendoim e milho, que eu adoro.
Desta forma, resolvi compartilhar com vocês, como nós diabéticos fazemos para também nos deliciarmos nestas datas, além de comermos as gostosuras diets.
Como dito em outra postagem, fazemos a contagem de carboidratos. Em nossa tabelinha vemos quantos gramas há em cada alimento, assim saberemos o que podemos comer, diante dos gramas propostas pela nutricionista em cada refeição. 
Lembre-se que CHO (g), quer dizer : Carboidratos (gramas).
A tabela ao lado é um exemplo da tabelinha que utilizamos, só que esta, está focando os principais alimentos juninos.

O feijão da minha avó

Neta de nordestinos aprendi desde cedo a apreciar jabá com macaxeira (carne seca com mandioca) no café da manhã. Com exceção de algumas comidas baianas (por que não me caem bem) amo a culinária nordestina.
Ir á casa de Vô Jorge e Vó Noêmia sempre foi para mim, uma honra, além de todo amor e carinho recebido, sabia que poderia apreciar a boa comida feita por minha avó.

Vó Noêmia cozinhando

Mais o que eu mais gostava na minha infância, eram os “bolinhos” de comida feitos por ela (meu pai achava um nojo kkk). Em uma bacia de plástico, ela colocava arroz, feijão, macaxeira, jabá e farinha, misturava tudo e com as mãos fazia vários bolinhos e colocava em nossas bocas, era uma briga só entre os netos.
A partir daí, ir á casa da vó significava: comer sem usar garfo ou colher, era com a mão mesmo.
                         Eu, me deliciando nos bolinhos (embora muitos achem isso nojento)

De todos os pratos o que passei a amar foi o feijão que ela fazia,  acabei batizando de Feijão da Família da Luz (pena que a foto do produto final não tenha saído). Segue a receita:

Ingredientes:
4 xícaras (de chá) de feijão carioca cozido
4 dentes grandes de alho amassados
1 tablete caldo de bacon
1 cenoura cortada em tiras
1 chuchu
Um pouco de coentro
3 batatas médias cortadas em três pedaços
½ Abóbora japonesa cortada em grandes pedaços
½ Gomo de lingüiça defumada cortada em finas rodelas
Alguns pedaços de carne seca

Ingredientes antes do preparo


Modo de preparo:
Em uma panela coloque dentro: lingüiça e carne seca, não coloque óleo, pois utilizaremos o da carne mesmo. Quando ambos dourarem, coloque o alho e espere que o mesmo também doure, acrescente o tablete de caldo de bacon e mexa. Logo acrescente os legumes e deixe cozinhar. Após 15 minutos abra a panela e veja se os legumes estão cozidos, o segredo está em quando eles estiverem quase moles. Encontrado o ponto dos legumes acrescente o feijão cozido e deixe cozinhar por mais 5 minutos, até engrossar o caldo .Volte a mexer. Coloque o sal a gosto. Acrescente o coentro. Apague o fogo e pode servir.

Dicas:
Dessalgue a carne seca.
Pique os legumes em pedaços grandes (isso é importante).
Quando você aumentar a quantidade de feijão e de água, lembre-se também de aumentar a quantidade de alho e de legumes.


 

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Aqui em casa também!!!


Na categoria coisas que você não podia dormir sem saber: Uma pesquisa realizada por uma ONG britânica descobriu que massas aparecem no topo da lista dos alimentos mais apreciados no mundo!
http://www1.folha.uol.com.br/bbc/930748/massa-supera-arroz-na-preferencia-dos-brasileiros-diz-pesquisa.shtml



segunda-feira, 13 de junho de 2011

Pastinhas de queijo minas.

Essa dica é ótima para quem adora pastinhas [patês] e está cansado do “mais do mesmo” do atum e sardinha e/ou quer impressionar aquela prima chata que acha que você não tem dons culinários (kkkk). Essa receita é prática, versátil e barata.

                
               Com um queijo minas daquele menorzinho (+/- 500g) você faz pastinhas para servir até 15 pessoas e consegue variar em até 5 sabores. A maioria das pessoas a quem ensinei esse truque optou por fazer em três versões.

                Se quiser fazer para servir para menos pessoas é só ir adequando as quantidades, para 4, até 6 pessoas 1/3 da receita é suficiente.

                Abaixo estão 11 sugestões de sabor, mas vale lembrar que você pode aplicar sua criatividade e testar com outros dos quais goste.

                Você pode aproveitar para brincar com as cores (o de cenoura/ abóbora vai ficar laranja, beterraba vai ficar rosa, etc.).

                Outra dica, o queijo minas pode ser substituído em mesma quantidade por ricota.

Ingredientes para o creme básico:
½ kg (aproximadamente) de queijo minas
3 dentes de alho triturados
3 colheres de sopa de maionese [pode ser light e pode substituir por requeijão cremoso]
1 colher de sopa de azeite [opcional]
1 colher de sobremesa de ervas finas ou ½ colher só de orégano.
1 colher de sobremesa de mostarda [opcional]

Preparo:
Amassar bem o queijo com o garfo [ou passar no processador], juntar os demais ingredientes e misturar bem, confere para atestar se o sal é suficiente ou se é preciso colocar um pouco mais.
Divida o creme em três [mais ou menos, de acordo com sua preferência] para acrescentar os ingredientes que darão o sabor específico. 

Sugestões para dar sabor
1 . Calabresa =  ½ gomo de calabresa triturada [processador ou liquidificador] – essa é minha preferida
2. Kani-Kama = 3 unidades de Kani-Kama esmagados
3. Cenoura = 1 cenoura média triturada [pode ser também com beterraba, pepino, abóbora cozida, etc; etc; etc;]
4. Azeitona = meia xícara de azeitonas trituradas [de qualquer tipo]
5. Tomate = 1 e 1/2 colher de sopa de extrato de tomate
6. Alho = colocar mais 2 ou 3 dentes de alhos triturados
7. Pimentão = 1 pimentão pequeno triturado [eu prefiro o vermelho por causa da cor, mas pode ser qualquer um]
8. Peito de peru = 100g de peito de peru [para esse é preciso bater td junto no liquidificador, o mesmo pode ser feito com salsicha, rosbife, salame e outro embutidos].
9. camarões secos = cerca de 50/60g de camarões secos [Tb é preciso bater tudo no liquidificador]
10. 4 queijos = substituir a maionese por requeijão cremoso, colocar uma colher de sopa de parmesão ou provolone ralado e 1 colher de sopa de cheddar cremoso.
11. Ervas finas = colocar mais 2 colheres de azeite extra virgem e dobrar a quantidade de ervas finas.

Já teve quem deu a idéia de utilizar a receita para incrementar a renda familiar (kkk). Valeu a dica. 


OBS: Na primeira foto estão as pastinhas feitas pela Viviane Maia, ela optou por cenoura, azeitonas e peito de peru. Fez para receber os amigos na comemoração de 1 aninho do seu baby.

Na segunda  foto estão as minhas últimas, de calabresa e Kani. Fiz para receber um casal de amigos muito queridos.

domingo, 12 de junho de 2011

Bolo de Queijo


Essa receita bem que podia estar lá na sessão de memórias afetivas. O bolo em questão me foi apresentado pela Thaís, amiga que fiz na época da faculdade com quem eu fiz quase todos os trabalhos em grupo, todos os estágios, com quem eu dividi a organização da festa de formatura, que eu alojei em na minha casa por muitos finais de semana, com quem eu fui prá Buenos Aires enfim, alguém que o fim da faculdade e a vida adulta se encarregou de levar prá longe mas nem assim ela deixou de ser especial. E antes que os outros amigos que eu fiz nessa época fiquem com ciúmes, vamos à receita:

INGREDIENTES:
1 copo de requeijão de óleo
1 copo de requeijão de leite
3 ovos
100gr de queijo parmesão ralado
3 copos de requeijão de polvilho doce
1 colher de sopa de fermento
P.S.: Se você, assim como eu não tem copo de requeijão em casa, vale a dica, cada copo equivale a 250ml!


MODO DE FAZER:

Bata no liquidificador o óleo, o leite, os ovos e o queijo. Despeje a mistura numa tigela e acrescente o polvilho. Misture levemente

P.S.2: É aí é que está o truque da receita. Depois que você incorporar a mistura do liquidificador ao polvilho a massa ficará cheia de pelotinhas. NÃO DESMANCHE! Acrescente o fermento, misture e leve para assar em forma untada e enfarinhada assim mesmo.
Se por acaso não encontrar o polvilho doce e for usar o azedo, lembre-se de acrescentar mais 50g de queijo e uma pitada de açúcar para suavizar o sabor. 

Bolo salgado com massa de arroz

Domingo é dia de churrasco, os homens só querem saber de carne e cerveja, mas as mulheres insistem em fazer 3 tipos de saladas, 2 de arroz e pelo menos 2 sobremesas, o que acontece no final? A salada você empurra pra uma tia levar, a sobremesa as crianças acabam finalizando e o pobre do arroz está fadado ao esquecimento e acabará no lixo. O que vamos combinar que não é um fim digno, nem politicamente correto.

Eis uma solução...

.... BOLO SALGADO COM MASSA DE ARROZ

Bata no liquidificador e reserve:
4 xícaras de chá de arroz cozido;
4 colheres de sopa de farinha de trigo;
3 ovos;
1 colher de sopa de queijo ralado;
1\2 xícara de chá de óleo ou azeite;
1 colher de chá bem cheia de fermento químico.

Para o recheio:
Adoro receitas que, como essa, aceitam quase tudo e qualquer coisa como recheio.
Aqui misturei frios triturados [lombinho, peito de peru, calabresa, queijo minas], tipo os que sobraram da receita anterior [kkkkkkkk], uma lata de milho verde, azeitonas picadas e 1 copo de requeijão.
Mas pode ser frango ou carne [desfiada, moída ou em cubinhos], legumes, queijos, etc.

Para a montagem:
Numa forma untada e enfarinhada coloque metade da massa, distribua o recheio e complete com o resto da massa, vale polvilhar queijo ralado antes de levar ao forno.
Assar em forno pré-aquecido em temperatura média por cerca de 40 minutos ou até que ao perfurar a massa com um palito esse saia seco.



Obs: Essa massa fica incrivelmente macia.
Se não rolou churrasco, mas rola um arroz de ontem, também serve.
Se o arroz que você tem na geladeira for menos que o é pedido na receita, aumente a quantidade de farinha em meia xícara para cada uma de arroz e tudo certo ou faça metade da receita.
Também vale fazer um arroz só para este fim, mas ele tem que estar frio para não desandar a massa.
Fica a dica!Fica a dica!


Batatas Recheadas

Enquanto isso, na cozinha lá de casa...
Final de semana do dia dos namorados, pensa a bagunça em que estará cada um dos shoppings do país, queria muito sair para comer bobeira mas, se tem uma coisa que me tira do sério, é pergar fila para tudo e qualquer coisa e ter que entrar em conflitos corporais para conseguir chegar até as tais filas. “Tô” fora.
Com o frio que faz aqui em SP, o lance é improvisar algo em casa mesmo e, como mente gordinha não tem limitações, a pedida foi...
 
....BATATAS RECHEADAS
Quem me conhece sabe que sou imediatista e, mais do que nunca, não tenho tempo a perder.
As batatas tem que ser cozidas ao forno, para a casca ficar firme e conter a massa e o recheio, mas.... tenho uma dica para diminuir o tempo de preparo pela metade.



Tempo de preparo: 30 minutos, aproximadamente.
Tempo de preparo se fossemos cozinhar as batatas no forno: 70 minutos, aproximadamente.


VAMOS LÁ.
Escolha 4 batatas bem grandes
Deixe-as de molho por cerca de 10 minutos em água quente, depois, com uma esponja nova ou escovinha de cozinha, lave-as bem para remover qualquer resíduo, a final, as usaremos com casca e tudo.
Depois de bem limpas, leve-as ao fogo na panela de pressão, assim que a panela pegar pressão espere mais 10 minutos e desligue.

ENQUANTO AS BATATAS COZINHAM....
Preparamos o recheio. É ai que a gente perde a dignidade.
Para o recheio vale a imaginação, aqui eu preparei duas opções:
1 – calabresa triturada e azeitonas
2 – lombinho triturado com queijo branco [Também triturado] e milho
DEPOIS DE AS BATATAS COZIDAS....
Retires da panela, escorra bem e leve-as ao forno. Está ai o “pulo do gato.” Dez minutos em forno médio [180ºC \ 200ºC] e a casca vai ficar firme o suficiente para a batata não desmanchar quando colocarmos o recheio.

ENQUANTO AS BATATAS ASSAM.... 
É hora de preparar o molho.
Um molho de tomates ao sugo, à bolonhesa, rose, qualquer um fica bom, vai do gosto e do que temos à disposição, mas aqui a ordem era perder a linha, fui de molho branco com parmesão.
2 colheres de sopa rasas de farinha de trigo
1 colher de sopa de manteiga
2 xícaras de chá de leite
1 dente de alho amassado
Uma pitada de noz moscada, pimenta do reino e sal
+\- 80g de queijo parmesão ralado grosso [ou outro queijo de sua preferência]
Dissolva a farinha no leite, reserve. Numa panela derreta a manteiga e frite o alho, junte o leite com a farinha e vá mexendo até engrossar, desligue e junte a noz moscada, a pimenta do reino e sal e, por último, despeje o queijo parmesão, mexa rápido para incorporar bem.


PARA A MONTAGEM...
Retire as batatas do forno, coloque-as já no recipiente onde vai servir. Corte-as ao meio, coloque uma camada do recheio, cubra com o molho, finalize com batata e palha e é isso.






QUER QUE FIQUE AINDA MAIS FÁCIL?

By Fernanda Bretas: Você pode optar por batatas menores, cozinhá-las na pressão por 10 / 12 minutinhos e recheá-las com calabresa moída misturada com requeijão, cobrir com mussarela  [ralada ou fatia mesmo] e, para dar uma envenenada básica, completar com pedacinhos de bacon fritinhos.

FICA A DICA!

sábado, 11 de junho de 2011

Tipo Exportação






A gente tem uma tendência a consumir muita comida importada. Bacana saber que estamos exportando comida também: http://comida.ig.com.br/comidas/tapioca+para+exportacao/n1596990365085.html

De doce, eu entendo!

Comemos para saciar a fome, mas o que comemos, em quais circunstâncias e de que maneira são determinações culturais. Um bom exemplo disso é esse livro de Gilberto Freyre.


Em Açúcar (1939) o autor recolhe receitas regionais que se mantiveram em segredo pelas mulheres como tesouros preciosos, passados de mãe para filha. Doces de pedigree, que têm história, que têm passado. Porque numa velha receita de doce ou de bolo há uma vida, uma constância, uma capacidade de vir vencendo o tempo sem vir transigindo com as modas. Maria Letícia Monteiro Cavalcanti






As receitas do livro, aí 'musealizadas' faziam parte da expografia da exposição 'Gilberto Freyre - Intérprete do Brasil' montada pelo Museu da Língua Portuguesa em 2007. A exposição recriava espaços de uma casa e cada um desses espaços eram apresentados a partir de trechos das obras do autor. Desnecessário dizer que eu pirei nas latinhas né? Mas como o museu não tem loja de souvenir, fiquei sem a minha!

Quando a pedida é comer muito

Vá prá lá: http://bellapaulista.com/



Ambiente agradável, boa localização e funcionamento 24h são alguns dos atrativos dessa padaria que fica na região da av. Paulista.

Ela é perfeita para o café da manhã da volta da balada, para um brunch, para o café da tarde ou para o jantar!
Olha a gente aí (a 2 anos atrás) se despedindo da Luzia que ia prá Belém/PA!!!

A boa para os dias frios é o buffett de sopas e antes que alguém pergunte: como é que você indica uma coisa que você não come??? Dá nada não, pode me convidar que enquanto você toma as sopas eu me acabo na mesa de frios, acompanhada de toda a sorte de pães que existe no mundo e ainda finalizo a noite assim:




segunda-feira, 6 de junho de 2011

Minhas memórias afetivas: Capítulo Assis

Há tempos eu queria escrever a respeito e confesso que já comecei esse texto algumas vezes, mas o saudosismo sempre me impedia de terminar.


Prá quem acha que comer em república é variar o sabor do tempero pronto do miojo, é porque não passou lá em casa. Dava prá editar um livro de receitas com as maluquices que inventávamos e não me lembro de nada que não tenha ficado bom. Cada uma de nós tinha uma especialidade e não tinha tempo ruim, a gente comia lasanha na 4.ª feira, torta de liquidificador de madrugada e nunca comia carne no dia em que a Tarsila cozinhava porque ela tinha horror a carne crua, ainda assim lembro com saudades das calabresas com batata rsrsrs

Agora tinha uma ocasião em que a gente cozinhava juntas e comia prá valer: meu aniversário! Quem me conhece sabe que se tem uma coisa que eu adoro é festa de aniversário! Cozinhar prá festa então é comigo mesmo...


E era tão legal!!! O dia anterior à festa era dedicado aos docinhos!!! Sim porque festa de aniversário prá mim tem que ter BRIGADEIRO e muito brigadeiro! Ficávamos horas e horas enrolando docinhos, os textos do dia podiam ficar prá amanhã!

Meu aniversário/Agosto 2004

Me lembro bem, quando eu disse que ia fazer bolo de ameixa, todo mundo fez cara feia. Depois do parabéns, um decidiu provar, o outro falou que tava bom, o terceiro se encorajou e no final das contas todo mundo comeu o bolo!

No ano seguinte, foi a vez do bolo prestígio. A Thaís que jurava de pé junto que não comia nada que tivesse coco porque 'não gostava de fiapo' comeu o meu bolo prestígio e fala dele até hoje!!! Esse aí durou no máximo até o café da manhã do dia seguinte!

Já os salgados, eram sempre os mesmos: sanduíches de metro, tortas de liquidifcador e pão de forma com patê, sim amigos eram tempos difíceis rsrsrs





Meu aniversário/2006

Esse aniversário foi especial e o bolo, floresta negra, ficou ótimo! Era meu último ano em Assis e mais do que comemorar mais um ano de vida, a festa foi o começo da despedida de coisas muito marcantes e pessoas muito especiais. Esse aí também não chegou até a 2.ª feira e olha que não éramos 20 pessoas e ninguém chegou a levar um pedacinho de bolo prá mãe rsrs.

Assis tem muitos sabores, nossas tigelas imensas de pipoca, uma com sazón e a outra com calda de chocolate, o pastel do Alemão, a batata recheada do Mr. Batata, o sorvete da Cristal do Augusto... que saudade hein meninas!

domingo, 5 de junho de 2011

PUDIM DE PÃO

Sei que ando sumida, mas juro: É por pura falta de tempo.
 Esse lance de ser mulher moderna é suuuuper cansativo [risossss].

Para dar conta de tudo entramos numa onda de comida congelada e coisas super práticas, logo conto uns segredinhos para se virar na cozinha quando se trabalha e estuda muito longe de casa [2x mais risos].

Falando em praticidade, vamos à dica do dia.

Essa é prática, rápida, econômica e bem versátil [a-do-ro!].
Estamos falando do...
  ...PUDIM DE PÃO.


Mas não aquele que fica meio duro e seco, nã nã nina, esse fica bem parecido com um pudim de leite, mas, se você gosta daquele mais firme mesmo, que parece mais com um bolo a dica é colocar mais 1 ou 1 e 1\2 pão francês.


Vamos lá:

A Calda de açúcar:
6 colheres de sopa de açúcar
200ml de água quente
Numa panela leve o açúcar ao fogo, vá mexendo até que ele derreta, junte a água e deixe ferver até o ponto de fio. Desligue e transfira a calda para o fundo de uma assadeira redonda para pudim.

Para o pudim:
3 pães francês
600 ml de leite [eu uso o semi-desnatado, qualquer um dá certo]
3 ovos inteiros
5 colheres de açúcar
E [fale baixo que são meus ingredientes secretos] 1 colher de mel e uma pitada de cravo ou canela em pó. Se não tiver não tem problema, mas, vale a pena.

Bata tudo no liquidificador e derrame sobre a calda que já está na assadeira. Leve ao forno em banho Maria por aproximadamente 40 minutos ou até a superfície estar bem douradinha. Retire do forno, passe a ponta de uma faca ao redor do pudim para desgrudá-lo da assadeira, desenforme-o e leve para gelar.
É só isso!


OBS: Se o pão já estiver duro, antes de iniciar pique-o e deixe de molho por 5 minutos cerca de 300\400 ml de leite, neste caso você usará 1 litro de leite para toda a receita. Se o pão for amanhecido [ainda estiver macio] você vai precisar apenas dos 600ml indicados anteriormente.
Para quem não Sabe: no BANHO MARIA, neste caso, você coloca a assadeira com a massa do pudim sobre outra com água e leva as duas ao forno.
FICA A DICA!!!!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Intimação





Saio da sala de exames do hospital achando que ia encontrar minha mãe aflita com a espera e com a angústia pelo resultado do exame e ela me vem com: acabei de ver uma receita na Ana Maria que você vai ter que fazer rsrsrsrs