sábado, 6 de agosto de 2011

Final de semana = Churrasco!!!

Quem pensa que churrasco é churrasco em qualquer lugar, engana-se. Meu churrasco ideal começa com queijo coalho, passa pela linguiça com pão, ocasionalmente pelo frango e termina na picanha!


Paladar é paladar e cada um tem o seu, picanha prá mim é mal passada... adoro pegar a carne e passar naquele sangue que fica na tábua rsrsrs mas enfim a receita de hoje é da carne presente em 11 entre 10 churrascos por aqui (aqui leia-se Tupã), COSTELA!




1 peça de costela não muita gorda
1 vidro grande de mostarda de boa qualidade
1 cabeça de alho bem cortadinho



Papel aluminio o suficiente para enrolar a carne
1.Limpe bem a carne e faça alguns furos
2.Coloque a carne sobre o papel alumínio e passe a mostarda e o alho por toda a peça
3.Enrole muito bem a carne no papel com pelo menos 3 camadas de papel alumínio
4.Leva à churrasqueira numa grelha com o osso voltado para baixo
5.Deixe por cerca de 2 horas, olhando de vez em quando e espetando um garfo para ver se está cozido
6.Depois de cozido, tire o alumínio e deixe tostar a gosto


As especiarias que já eram conhecidas na época do Império Romano, originaram-se Oriente, no Norte da África e em algumas regiões mediterrâneas européias e foram disseminadas pelo resto do mundo à epoca da expansão marítima empreendida pela Europa para àquelas regiões.

Eram fartamente utilizadas não apenas porque adicionavam sabores aos alimentos, mas também conferiam a quem os usava status e poder, o que só era acessível às altas camadas sociais. Na cozinha medieval as especiarias faziam parte de uma rica estrutura de valores simbólicos, relacionados aos à teoria dos quatro elementos: fogo, terra, água e ar, temperamentos quentes, úmidos, secos ou frios, deviam utilizar ou evitar determinados alimentos.

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