quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Natureza-Morta

 
Quando relacionamos alimentação e pintura o que nos vem à mente é o gênero NATUREZA MORTA.
Natureza Morta com Melões, de Monet

Embora o nome não seja lá tão agradável e o gênero tenha sido preconceituado durante boa parte da história da arte, o Itaú cultural apresenta, no artigo reproduzido abaixo, sua importância no desenvolvimento técnico da pintura.    
Definição
Objetos inanimados são representados na pintura desde a Idade Média, em geral como fundo de pinturas religiosas de cunho realista. Mas é somente em meados do século XVI que a natureza-morta emerge como gênero artístico independente em obras de pintores como Pieter Aertsen (1507 ou 1508 - 1575) e Jacopo Bassano (ca.1510 - 1592), que articulam os temas religiosos à vida cotidiana e às cenas de gênero. As composições simbólicas e grotescas de Giuseppe Arcimboldo (ca.1527 - 1593) - com frutas, animais e objetos compondo figuras - alimentam o desenvolvimento da natureza-morta no período. Na passagem para o século XVII, a figuração documental exigida pelas ciências naturais joga papel destacado na valorização de uma arte que almeja representar os objetos e a natureza tais como empiricamente observados - por exemplo, Jacopo Ligozzi (1547 - 1627). 


Natureza morta com tomates, 2008. Deb Kirkeeide


Assim, o processo de paulatina autonomia da natureza-morta acompanha tanto a pintura naturalista (associada à ilustração científica) quanto a pintura de gênero, exemplarmente representada pelos artistas holandeses do século XVII e seus temas domésticos, figurados com riqueza de detalhes. Os objetos freqüentemente escolhidos para compor as naturezas-mortas são: mesas com comidas e bebidas, louças, flores, frutas, instrumentos musicais, livros, ferramentas, cachimbo, tabaco etc, todos referidos ao âmbito privado e à esfera doméstica, às vocações e aos hobbies, à decoração e ao convívio no interior da casa.

Natureza Morta Albano Vizotto Filho

A desvalorização desse gênero pictórico reflete-se na sua própria denominação nas línguas latinas, "natureza-morta", "nature morte", e nas línguas saxônicas ,"still life", "stilleben" (vida imóvel, vida em suspensão). Caravaggio (1571 - 1610) é um dos pioneiros no gênero, exercitado entre 1592 e 1599 (detalhe de Baco, 1593, Cesto de Frutas, 1596). A opção pela "pintura natural das coisas naturais" (destacando a presença do corpo e a realidade pormenorizada do objeto reveladas pelos contrastes de luz e sombra), a escolha de tipos populares para compor cenários religiosos e o gosto por cenas de gênero marcam as obras do pintor milanês, um dos primeiros a desafiar a hierarquia imposta pelos teóricos da época, que viam a natureza-morta como tema menor. "Custa-me tanto trabalho fazer um bom quadro de flores, quanto um quadro de figuras", afirma ele. Na Espanha, Juan Sánchez Cotán (1560 - 1627) renova o gênero, valendo-se da abertura de janelas para emoldurar os objetos (Natureza-Morta com Marmelo, Couve, Melão e Pepino, 1600). No sul do país, o tema é adotado por Francisco de Zubarán (1598 - 1664), que desenvolve uma obra religiosa naturalista, produzindo paralelamente uma série de naturezas-mortas e cenas de gênero. Em Madri, Juan van der Hamen y León (1596 - 1631) confere novos contornos a esse tipo de pintura, dispondo os objetos em diferentes níveis e reduzindo o número de elementos da cena (Natureza-Morta com Frutas e Objetos de Cristal, 1626).
Jean-Siméon Chardin (1699 - 1779) é o grande pintor francês de naturezas-mortas e obras de gênero. No célebre A Arraia (1728) evidenciam-se suas preferências de composição: a prateleira de pedra e a austera ambiência interior, os objetos dispostos segundo uma ordem prática (sugerindo atividade humana), as texturas do linho e da cerâmica, o gato em meio às ostras e a arraia sangrenta no centro do quadro. As pequenas telas de Chardin - com objetos de cozinha e seus usuários, ambientes domésticos e cenas cotidianas - filiam-se à tradição da pintura de gabinete holandesa. No século XIX, os impressionistas, ainda que afeitos às paisagens ao ar livre, vão realizar naturezas-mortas, mas é com Paul Cézanne (1839-1906) que o gênero ganha novas dimensões, imortalizado pelas composições com maçãs executadas a partir de 1870. Ao contrário de Chardin, cujos trabalhos aludem ao à preparação do alimento na cozinha, assim como aos instrumentos do artista, nas obras de Cézanne os objetos parecem desligados de seu uso. "Suspensas entre a natureza e a utilidade, [as maçãs de Cézanne] existem apenas para serem contempladas", indica o historiador norte-americano Meyer Schapiro.
Os arranjos de objetos díspares nas diversas composições e colagens de Juan Gris (1887-1927), Pablo Picasso (1881-1973) e Georges Braque (1882-1963) associam a natureza-morta diretamente ao cubismo, ainda que o gênero atravesse toda a arte moderna, como indicam as obras de Vincent van Gogh (1853 - 1890), Fernand Léger (1881 - 1955), Henri Matisse (1869-1954), Chäim Soutine (1893 - 1943), Pierre Bonnard (1867 - 1947), entre outros. Giorgio Morandi (1890 - 1964) é dos pintores modernos o que mais se concentra em naturezas-mortas. Seus objetos - garrafas, candelabros, potes -, compostos com base em combinações cromáticas sutis, são esvaziados de conteúdos simbólicos e literários, o que confere a essas obras uma dicção altamente pessoal. Na história da arte brasileira as composições com frutas e vegetação de Albert Eckhout (ca.1610-ca.1666) encontram-se entre as primeiras naturezas-mortas realizadas. 

Natureza morta - Pedro Alexandrino
É possível acompanhar o gênero durante o século XIX, com as produções de Agostinho da Motta (1824-1878) e Estêvão Silva (ca.1844-1891), significativos pintores no contexto carioca. Já em São Paulo, na primeira metade do século XX, destaca-se a produção de Pedro Alexandrino (1856-1942). Com os artistas reunidos no Núcleo Bernardelli e Grupo Santa Helena, nas décadas de 1930 e 1940, o gênero ganha nova importância na arte brasileira. Nos anos de 1950, Milton Dacosta (1915 - 1988), Maria Leontina (1917 - 1984), Iberê Camargo (1914 - 1994), entre outros, realizam naturezas-mortas.


 Em: 
http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_ic/index.cfm?fuseaction=termos_texto&cd_verbete=360

sábado, 24 de setembro de 2011

Risoto

É engraçado... depois do blog, cozinhar não é mais simplesmente reunir ingredientes, preparar o prato e comer. Há agora um interesse em buscar o que está por trás de cada prato, sua história, as características de cada um de seus ingredientes, os modos de preparo etc...


Esse é meu primeiro risoto, risoto de verdade e não arroz temperado! Pelo rigor quase acadêmico que tenho tido na cozinha ultimamente fiz direitinho a lição de casa, consultei a bibliografia disponível em casa, os almanaques culinários disponíveis na internet e deu certo!!! Estou com o risoto na ponta da língua:





As origens do prato são italianas, mais especificamente do norte do país. É tradicionalmente preparado com arroz arbóreo que apresenta grãos menores, mais encorpados e é rico em amido que, liberado durante o cozimento, se dissolve, deixando a preparação mais cremosa.



Risoto de Queijo Gouda


1 copo americano de arroz arbóreo
750 ml de agua fervendo
1/4 cebola picadinha
1 colher de sopa de manteiga
50 ml de vinho branco seco
1 cubo de caldo de galinha
100 gr de queijo gouda ralado
100 gr de mussarela ralada


Em uma panela, aqueça a água e dissolva o cubo de caldo de galinha. Mantenha aquecido.

Em outra panela refogue a manteiga com a cebola , adicione o arroz e o vinho e mexa até que o liquido seque. Adicione o caldo aos poucos, sempre mexendo.




Quando o arroz estiver al dente acrescente os queijos gouda e mussarela e desligue o fogo




Seja lá qual for a sua receita, atente para estas dicas:



*Escolha a panela certa: fundo grosso e duplo, grande o suficiente para que se possa ter uma quantidade igual de arroz por ela toda e para uma absorção de caldo uniforme.

*Use um caldo quente. Nesse passo você precisa ter um caldo que combine com os ingredientes que irão compor o seu risoto.


*Coloque o caldo devagar e em etapas. É nesta hora que podemos controlar o ponto do risoto, colocando a quantidade exata de água para deixá-lo no ponto exato e até usar dois tipos de caldo para que o sabor fique ainda mais especial.


* Mexa sempre pois assim é que o amido vai engrossando até atingir o ponto perfeito. Não há nenhum problema mexer, pois é assim que se faz na Itália, totalmente diferente mesmo do nosso jeito. Segundo Jamie http://cozinhaecultura.blogspot.com/2011/03/gente-nao-quer-so-comer.html é necessário misturar e massagear o amido cremoso do arroz, esperando que cada concha do caldo seja absorvida antes de despejar a próxima.


*Perceba os sinais de que esta no ponto. Como o arroz absorve o caldo e fica cremoso, é esperado que ele cozinhe de fora para dentro, você perceberá que sua cor vai ficando transparente nas bordas do grão de arroz e o seu núcleo branco. Assim que ele ficar totalmente transparente já está no ponto, tenro mas com uma leve consistência.


O segredo escondido no método:
Esta etapa é importante pois consiste em dar cremosidade máxima e um brilho superior à seu risoto. Assim que ele estiver quase pronto, tire a panela do fogo e adicione uma colher de manteiga mexendo bastante até que ela derreta toda. Isso dará um sabor extraordinário ao prato.


Outra dica importante é: Coma o mais rápido possível!


Prá acompanhar fiz cenoura sauté e um bife temperado apenas com alho, pimenta do reino e sal, nada que mascarasse o sabor do meu prato principal!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Rabanada de forno.


Aqui, este prato, já faz parte do cardápio de fim de ano, mas pode ser servido no lanche da tarde ou como uma sobremesa quente em qualquer época do ano.


Ótima sugestão para  reaproveitar pão amanhecido. 

 É super rápido, leva cerca de 20 minutos.

E combina muuuuito bem com sorvete.
(Fica a dica!)



É preciso apenas : 


4 ou 5 pães amanhecidos;
1 lata de leite condensado
1 garrafinha de leite de coco OU 200ml de água e 4 colheres de sopa de leite em pó
50g de coco ralado
3 ovos
Uvas passas a gosto.

Basta cortar os pães em fatias grossas, dispo-las sobre uma assadeira untada. Bater todos os outros ingredientes [menos as passas] e despejar sobre os pães, acerte tudo com um garfo, distribua as passas e leve ao forno até que doure.


Fiz meia receita, usei 2 ovos e a opção de leite em pó ao invés do leite de coco.
Com o cozimento o creme fica cremoso e o pão fica macio, gosto dele quentinho, mas também pode ser servido frio.





domingo, 18 de setembro de 2011

Macarrão à Bolonhesa

O 3.º item das Orientações Dietéticas para Doenças de Estômago, a cartilha que eu tenho que rezar pelos próximos 04 meses, diz 'evite alimentos condimentados como molho de tomate, pimenta, vinagre, mostarda, ketchup ou aqueles que são de difícil digestão como pimentão, berinjela e enlatados' mas já me tiraram tantas coisas nos últimos dias que hoje eu decidi assumir o risco de desobedecer a ordem médica e fiz macarrão à bolonhesa para o almoço.


O diferencial do meu macarrão de hoje foi trocar o queijo parmesão pela mussarela. Depois de ralar o queijo você pode colocá-lo na panela depois do molho já pronto e desligar o fogo ou, como eu fiz hoje colocar o queijo sobre o molho só na hora de servir.


E de sobremesa, o carinho que eu ganhei do Lucas!
Prestem atenção nesse menino! Isso é um cupcake, com pedaços de chocolate meio amargo na massa, recheio de doce de leite e decoração com chantilly tingido de lilás!!! #morri!!!

sábado, 17 de setembro de 2011

Creme de Milho Express

Ou, falso creme de milho. Eu hoje senti a necessidade de comer algo quente e cremoso. Em momentos como esse a 1.ª opção é sempre purê de batata, mas eu não tinha leite. A 2.ª opção, creme de milho mas, de novo, cadê o leite. Além do mais eu não estava no pique de fazer a base com molho branco, colocar o milho, etc. etc. etc...

Peguei 1/2 lata de milho e bati no liquidificador com a água da conserva mesmo. Na frigideira refoguei alho e cebola num pouco de azeite. Despejei o milho batido, temperei com salsinha, cominho e sal e é isso!

Melancia

Originária da África, a melancia deu-se bem no Brasil. Aquosa, é perfeita nos dias de calor intenso. Refresca e mata a sede. Fartamente consumida ao natural como sobremesa, principalmente no verão, sua polpa dá também um excelente suco e uma compota de sabor muito agradável.

Tem propriedades hidratantes (contém cerca de 90% de água), além disso, possui também açúcar, vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro.

Uma melancia de boa qualidade tem casca firme, lustrosa e sem manchas escuras. As manchas claras não são sinais de um produto de má qualidade. Para saber se ela está boa por dentro, bata com o nó dos dedos na casca. Se o som for oco, a melancia está no ponto. Provar também é uma boa! Lembre-se que as melhores melancias são as que têm polpa vermelha e bastante suco.


P.S.: Luxo puro minha faca nova com lâmina colorida, um dos muitos presentes que minha casa ganhou depois das férias em São Paulo.

Nada de Álcool




Museu do Cup Noodles

http://receitas.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2011/09/16/museu-dedicado-ao-macarrao-instantaneo-e-inaugurado-no-japao.jhtm


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Olé Restaurante


Simplesmente o melhor lugar para se comer em Tupã!





Comer bem envolve todos os sentidos e poucas coisas podem ser comparadas ao prazer de chegar a um lugar bonito, impecavelmente arrumado, ser extremamente bem atendido (como sempre somos, tendo 01 ou 100 pessoas dentro do salão) e ao se dirigir ao buffet se deparar com uma comida agradável aos olhos, irremediavelmente sedutora ao olfato e saborosa!
Ah, só uma observação: a última mesa do salão, com sofá em L no canto superior esquerdo da 1.ª foto é minha! Uso capeão! rsrsrs

Festival Gastronômico do Peru



domingo, 11 de setembro de 2011

Bolo de iogurte natural e goiabada.

Para fugir da rotina!

A mistura do azedo do iogurte natural com o doce da goiabada é uma combinação que faz festa no céu da boca.
O mais interessante é que esse bolo é para ser feito no microondas, assim, para além do contraste de sabores, temos também o contraste de cor [o branco e o vermelho].

 O preparo é bem simples:


PARA A CALDA:
400G De goiabada
200ml de água
Pique a goiabada, adicione a água, leve ao fogo até que vire um creme homogêneo e espesso. Isso pode ser feito no microondas. Em alta potência, de um em um minuto abra e mexa até alcançar a textura desejada.

Despeje numa  forma de furo no meio de 26cm própria para microondas.

PARA O BOLO:
3 ovos
1 colher de sopa de manteiga
1 e 1\2 xícara de chá de açúcar
2 xícaras de farinha de trigo peneirada
1 colher de café de fermento químico
1 copo de iogurte natural
Bata as claras em neve e reserve. 

O simpático separador de ovos que Ganhei Da Vilma!
Numa outra tigela junte a manteiga, o açúcar e as gemas, misture bem, acrescente a farinha, o iogurte e o fermento, misture bem e delicadamente incorpore as claras em neve. 
Derrame delicadamente sobre a calda de goiabada e leve ao microondas em alta potência por 8 minutos.
Depois de pronto tampe com um prato de bolo, vire sobre uma superfície segura e remova a fôrma rapidamente para que a goiabada escorra por igual.





Dica: A goiabada pode ser substituída por uma geléia de sua preferência. 

Peito de Frango Defumado

É isso mesmo, nem você leu errado nem eu me enganei. Meu pai chegou em casa com a novidade essa semana. O melhor da história foi ele só ter se dado conta do que tinha comprado quando eu disse que o gosto era praticamente igual do do peito de peru rsrsrsrs

Resolvi bancar 'a saudável' e usei o peito de frango http://www.sadia.com.br/produtos/106_PEITO+DE+FRANGO+SABOR+DEFUMADO+SADIA+LIGHT como recheio da torta de batata (http://cozinhaecultura.blogspot.com/2011/08/os-tuberculos.html). Além disso substituí o queijo minas da cobertura por ricota!

sábado, 10 de setembro de 2011

Bolo de Laranja

4 ovos
1 laranja
3/4 do copo (tipo requeijão) de óleo
2 copos (tipo requeijão) de açúcar
2 copos (tipo requeijão) de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento em pó.




Bata no liquidificador a laranja, os ovos, o açúcar e o óleo.








Despeje a mistura numa tigela, acrescente a farinha, o fermento e leve para assar!







E como já é de praxe por aqui, versões finais do prato diferentes prá mim e prá Vivi!

Cuscuz

O cuscuz é um prato originado do Maghreb, região do norte da África. Consiste num preparo de sêmola de cereais, principalmente o trigo podendo também ser preparado à base da farinha ou polvilho, de milho ou de mandioca. Salgada e levemente umedecida, a massa é cozida pela infusão no vapor num cuscuzeiro.
A massa pode ser incrementada com outros ingredientes, como é costume do sudeste do Brasil (vide o famoso cuscuz paulista), ou apenas acompanhado com leite, ovos, manteigas ou carne seca, como é a preferência no nordeste.


Apesar da ascendência nordestina, não como cuscuz regularmente mas esse é um dos pratos que eu sempre peço prá que a minha mãe faça prá mim quando estou em casa.


Foi uma luta quantificar os ingredientes para anotar a receita. Minha mãe, assim como as minhas tias e a minha avó fazem cuscuz a olho, contam quantas pessoas vão comer, estabelecem lá a sua proporção e sempre dá certo!


Para 2 1/2 xícaras de flocos de milho pré-cozidos (milharina) minha mãe usou 1 colher de café de sal e 1 1/4 xícara de água.





O pré preparo do cuscuz consiste em ir colocando a água as poucos prá ir umedecendo a massa. Qual o ponto certo? Apesar de úmida a massa deve esfarelar na mão.






Coloque um pouco de água no fundo do cuscuzeiro, acondicione a massa e leve para cozinhar em fogo baixo por aproximadamente 10 minutos. Quando o cheiro do cuscuz se espalhar pela casa, ele está pronto!






Depois de pronto, cada um aqui come de um jeito, o meu é só com manteiga, no máximo com um pedaço de queijo e o da minha irmã, com leite!