segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Carnes Defumadas

Tá aí uma coisa que eu quero aprender quando eu crescer, defumar carnes! Eis o saldo do Natal!!!

As costelinhas de porco depois de defumadas e de passar por uma fervura estavam... de se perder a linha!





O peito de frango (no canto superior direito da imagem) deu um toque todo especial a uma salada de maionese com batata e maçã!






E esse pernil desossado então??? Depois de cozinhar por algumas horas 'no bafo' estava super suculento!!!

Mulatinho


O que mulatinho? Um um bolo, feito como um pudim e que tem textura de mousse. Essa confusão mental me é comum quando eu como uma coisa e não consigo definir com clareza o que é... posso ASSEGURAR que estava delicioso e, agora que já passou posso confessar, tão bom que eu comi pelo menos uns 3 pedaços!


Chantilly

Para o time daqueles que pessoas estranham o sabor do chantilly, compartilho aqui a dica que aprendi esse final de semana: acrescentar leite ninho! Fica saborosíssimo!!!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

O arroz com suã de d. Jacira

Nossa memória afetiva tem muitos, muitos sabores, um prá cada pessoa que mora no coração da gente. Algumas pessoas tem mais de um, outras nenhum mas enfim...



Estou aqui fechando as malas. Vou, pela 2.ª vez, passar o Natal em Bady Bassitt/SP com a Shellida (velha conhecida deste blog) e sua família e vou falar hein (como diz uma outra amiga), ô festa boa!


Adoro gente de alto astral e lá todos sem exceção são assim! Os anos de amizade e o carinho com que eles sempre me recebem fazem com que eu me sinta em casa, de verdade, inclusive com direito a prato com o meu nome na ceia!


E como o assunto aqui é comida...



D. Jacira (mãe da Shellida) além de todos os atributos descritos acima, conquistou o seu lugar cativo na minha memória afetiva com este prato:




arroz com suã



O suã nada mais é que a coluna vertebral do porco. Preparado com o arroz é um dos pratos típicos da culinária goiana. Fui apresentada à iguaria quando Shellida e eu morávamos em Assis e devo confessar que desde então, sempre que penso em D. Jacira me lembro dele...



O prato não integra o vasto cardápio preparado pela família ceia de Natal, para o aniversário da Michele e prá todas as outras coisas que eles comemoram neste período. Acho muito bacana a pré disposição deles prá celebrar, não importando a circunstância nem a ocasião se eles estão juntos, estão em festa!




Então fica combinado assim, eu não como arroz com suã esse final de semana mas apareço por aí em breve...

domingo, 11 de dezembro de 2011

Bolo Gelado 2


Repeti a receita do bolo gelado http://cozinhaecultura.blogspot.com/2011/11/bolo-gelado.html mas hoje troqui o abacaxi em calda pela ameixa.





Se optar por essa variação, atente para este detalhe: elas precisam ser cozidas antes! Coloque-as numa panela, acrescente água suficiente para o cozimento, uma colher de açucar e leve ao fogo por cerca de 20 minutos.


E o que fazer com a calda em que as ameixas estavam na lata? Reserve-a para molhar o bolo!





Batedeira

Me peguei agora pensando a que podemos atribuir o surgimento da culinária...


A descoberta e domesticação do fogo determinou mudanças substanciais nos hábitos alimentares uma vez que os pratos passariam a partir dessa descoberta a ser cozidos. Mas quantas coisas nós não comemos cruas? Pensando assim, a culinária existe, desde sempre!

A culinária existe desde sempre e a batedeira só existe a 100 anos... foi inventada por um engenheiro americano Herber Johnson com o objetivo de misturar ingredientes de forma melhor e mais rápida.




Ela é o meu eletrodoméstico preferido. Sem a minha, eu perco grande parte da minha habilidade na cozinha já que não tenho a habilidade que a minha vó ou a Cleusa (mãe do Lucas) tem de bater clara em neve no garfo, por exemplo. Meu repertório de bolos - que é o que eu mais gosto de preparar- fica restrito a meia dúzia de 03 ou 04 sabores se eu só tiver uma colher ou um fouet.


Não por acaso, a batedeira foi o primeiro eletrodoméstico que eu ganhei de presente, a primeira do meu pai e a segunda da Cleusa e do Lucas.

Curiosidade: Por que doces portugueses usam tantos ovos?

Quando a gente pensa em doce português quindim é a primeira coisa que vem à mente mas a lista é longa e todos eles têm algo em comum... receitas com muitas gemas de ovos!


A doçaria dos conventos, em Portugal, teve seu apogeu no período que vai do reinado de Dom Afonso IV, "O Bravo" (início do século XIV), ao fim da Inquisição (por volta do século XVIII). Havia, neles, fartura de tudo. Em razão das heranças deixadas por famílias ricas, quase todas com filhas que lá viviam; ou por pecadores, na esperança de merecer redenção para suas almas. Entre esses doadores, destaque para D. Maria Francisca Isabel, filha de D. Pedro II - o português, claro; que o nosso Pedro II brasileiro, filho de D. Pedro I (em Portugal, Pedro IV) e da Imperatriz Leopoldina, não foi nunca rei por lá. Conta-se que dita princesa Maria Francisca chegou a pagar 1.200.000 réis, uma fortuna à época, por 12.000 missas a serem celebradas após sua morte.

Por conta de tanto luxo, ou pela origem nobre de freiras educadas no requinte da corte, nesses mosteiros as refeições em nada lembravam o rigor próprio das regras monásticas. E o ponto alto de tanta comilança era a doçaria. No início usando mel produzido nos próprios conventos; e depois açúcar, trazido pelos árabes à Península Ibérica. O principal ingrediente eram as gemas de ovo, sobras já que aproveitava-se só as claras, para engomar roupas. Açúcar e gema passaram a estar presentes em todas as sobremesas, (denominadas de doces conventuais e nomeadas com nome de santos e anjos); sendo usados, ainda, na fabricação de licores. Junto a esse açúcar, e trazidos pelos mesmos árabes, chegaram também outros ingredientes que pouco a pouco foram fazendo parte das receitas de bolos e doces - amêndoa, anis, avelã, canela, cardamomo, cravo, damasco, gengibre, noz-moscada, nozes, passa, pistache, tâmara. Era quase uma liturgia, guardando os mosteiros suas receitas como segredos de confessionário.

Ganhou renome na Europa a doçaria portuguesa, farta de açúcar e ovos. Os requintes da doçaria rica seriam selecionados para as grandes personalidades e ocasiões de pompa; e, para os indivíduos de menor estrutura social, estariam indicados os bolinhos e biscoitos que as congregações classificavam de doçaria pobre.

Durante cerca de setecentos anos, este saber foi-se acumulando e evoluindo com novos ingredientes, mil e uma experiências e a longa prática das monjas que lhe dedicavam intermináveis horas de trabalho, paciência e devoção, desafiando invejas e mascarando o seu inevitável amor próprio pela obra bem conseguida. Confrontadas com a necessidade de ganharem o seu pão de todos os dias, algumas freiras começaram a tirar partido de suas ‘prendas’ manuais (costuras, bordados e rendas), mas, muito em especial, das receitas da requintada doçaria pelas quais os seus conventos se tinham tornado tão famosos.

E assim, graças à investigação de muitos estudiosos que ‘traduziram ‘ as notas manuscritas de muitos arquivos dos mosteiros, vieram saindo a público e a domínio de muitas mãos leigas as maravilhas dos doces conventuais.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Picanha

Quem me conhece sabe do amor que eu nutro pelas carnes. Poucas variedades não tem lugar cativo no meu coraçãozinho (costela, ossobuco e músculo por exemplo) enquanto outras, bom carne é carne, picanha é outra história!

A origem do nome do meu corte bovino preferido é argentina. Segundo consta, um antigo frequentador de uma famosa churrascaria que ficava nas proximidades do Aeroporto de Congonhas/São Paulo batizou o corte do traseiro bovino depois que a casa recebeu, por engano, outro tipo de carne vinda da Argentina e a serviu. O cliente apreciou muito a carne e perguntou ao churrasqueiro argentino de que parte do bovino era tal delícia. Este respondeu que de esta parte donde se pica la aña, ou seja, onde o carreteiro pica (fere) o boi com a aña. Aña é uma palavra argentina para a haste de madeira com ponta de ferro usada para atiçar os bois. Daí, de "pica" + "aña (anha)".


Historinhas à parte, vamos à receita de hoje


INGREDIENTES


1 peça de picanha


Alho, sal, cominho, salsa e pimenta do reino para temperar.


MODO DE PREPARO
Faça alguns furos na carne e deixe-a descansando no marinado de temperos por cerca de 1 hora.
Na panela de pressão, aqueça um pouco de óleo. Quando ele estiver quente, acrescente a carne. Deixe a sua superfície dourar levemente de um lado, vire a peça, deixe dourar do outro e com a gordura para cima tampe a panela.


Depois que ela pegar pressão marque 25 minutos.
Passado esse tempo, abra a panela, fatie a carne e leve ao fogo por mais 05 minutos (na pressão).




DICAS:
A picanha é uma das carnes mais famosas em se tratando de churrasco, outra coisa que a gente adora. A dificuldade está em escolher a melhor peça de picanha, já que um pequeno deslize pode comprometer o resultado final do seu churrasco ou receita. Dizem os especialistas no assunto que as picanhas de qualidade e boas para o consumo devem ser pequenas, triangulares e com a camada de gordura grossa, o que garantirá uma carne mais macia.



Ah, outro detalhe importante. A picanha é um corte da parte traseira do boi e pesa, em geral de 1kg a 1,3 ou 1,4kg. Se te oferecerem uma peça de picanha de 2kg, tem alguém tentando te enganar!!!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Cupcakes !

Essa semana fui para SP somente para atender o pedido da minha prima, que era fazer os cupcakes para a festa de aniversário da sua filha. E aqui esta o resultado :

Cupcakes

Cobertura de Chantily com granulado prata

Cupcakes

Os brigadeiros

domingo, 4 de dezembro de 2011

Molho para churrasco

E na categoria coisas que eu não sei fazer molho prá churrasco é uma delas! Se eu não gostasse ok, isso não seria um problema mas a questão é que eu adoro!!! Esse da Vivis tava ótimo, eu beberia ele de canudinho fácil fácil rsrsrs