domingo, 4 de março de 2012

Creme de goiabada...


Para o lanche de logo mais...

Gente, mais fácil que isso não dá!
Essa é dos tempos de Escola da Família. Quando juntavam um bando de universitário sem grana numa escola estadual [em São Paulo] todos os sábados e domingos para oferecer atividades sócio-culturais, educativas e esportivas em troca de uma bolsa de estudos numa universidade particular.

É gente, durante minha primeira graduação todos os meus finais de semana eram dedicados a este programa.

Cinco anos depois, continuo sem grana mas, com muitas boas lembranças. 


Esta semana encontrei no trem, voltando do trabalho, uma das minhas queridas companheiras nesta luta, a Ana e, como memória tem sabor, me lembrei deste creme que fazíamos sempre para acalmar as lombrigas que clamavam por um doce no meio da tarde.


Aprendi com a Tati, outra companheira. Saudades das “brigas” pra saber quem ia manipular o abridor de latas, que era incrível – kkkkk.
Saudades de vocês, galera (Bruno, Chu, Tati, Ana e a loucona da Simone).

Vamos lá.

Para esse creme, basta bater no liquidificador um tablete de goiabada com uma lata de creme de leite. Se quiser mais firme, basta ir acrescentando leite em pó.





O que fazer com isso? Ai é que mora a graça.
Dá pra colocar, por exemplo, em taças e levar a geladeira e servir assim; com pedaços de fruta; sobre o sorvete de massa; como aperitivo acompanhando cubinhos de queijo minas ou coalho; tirar do liquidificador e mandar pra dentro assim mesmo [era assim que fazíamos]; ou...
Lembram do bolo de iogurte?
Não lembra? clique aqui...







Basta substituir a geléia por esse creme, mas, ao invés de derramá-lo sobre a forma antes de colocar a massa do bolo, use-o para untar a forma [como na imagem], asse o bolo conforme indica a receita. O bolo pronto, vire num prato [desenforma imediatamente, é muito fácil] e cubra com o creme com a ajuda de uma colher.




Dica: use o verso da colher e passe o creme de baixo para cima, é mais fácil assim.
Bom, é isso.



Quem duvida, eu recomendo experimentar, não dá pra perder muito, caso não goste do resultado [o que eu duvido].


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