segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Por que será que comida de hospital não é boa hein???

Até as baixas temporárias na equipe rendem conteúdo para o blog... Fiquei especialmente tocada quando, ao visitar o Lucas no hospital hoje, ouvi dele que a comida do hospital não era boa. A gente vive prá fazer e no caso dele vender comida boa e aí quando é a gente que precisa comer ela não é tão boa assim? Ah não...  o duro é que existe uma razão, bem plausível, prá que a comida de hospital não seja a melhor comida do universo. Lucas, o negócio é se conformar rsrsrs

Comemos para nos manter vivos mas é oportuno lembrar que a digestão é um processo complexo, realizado em várias etapas e que consome energia. Para se certificar disso basta pensar no quão penoso é trabalhar depois do almoço ou no quanto a gente fica mole quando come além da conta! Se estamos hospitalizados, é porque algo não vai bem. Restabelecer o pleno funcionamento do nosso corpo requer cuidados e nesse caso as atenções devem estar voltadas para isso, certo?

É por esta e não por outra razão que comida de hospital não tem graça... grande parte do processo de digestão nos é facilitado no preparo e na seleção de ingredientes  e é o tipo de dieta a que você é submetido pelo médico que indica o quanto o seu organismo vai trabalhar:

1. DIETA GERAL
Não há restrições quanto ao preparo e consistência dos alimentos.

2. DIETA BRANDA
Dieta de transição entre a pastosa e a geral. É especialmente preparada para não sobrecarregar o sistema digestivo excluindo do cardápio: especiarias e condimentos fortes, bebidas gaseificadas, hortaliças e legumes crus e alimentos duros.

3. DIETA PASTOSA
Indicada para pacientes com dificuldade de mastigação  ou deglutição. São indicados alimentos bem cozidos e de fácil mastigação como purês, legumes em pedaços, carne desfiada ou moída, massas bem cozidas, pães e biscoitos.

4. DIETA LEVE
Favorece a digestão dos alimentos em situações de comprometimento das fases mecânicas do processo digestivo. Proporciona um mínimo trabalho digestório por provocar pouco estímulo químico e mecânico. Devem ser excluídos do cardápio: especiarias e condimentos fortes, bebidas gaseificadas, hortaliças e legumes crus e alimentos duros.

5. DIETA LÍQUIDA
É indicada para pacientes que necessitem de repouso gastrointestinal.Tem por objetivo favorecer a hidratação e facilitar o trabalho digestório.

6. DIETA CREMOSA
Indicada para pacientes que requeiram o mínimo de esforço na mastigação para oferecer alimentos que estimulem a deglutição. Tudo o que se vai comer deve ser liquidificado para adquirir a consistência de creme. 
 

O mocinho aí nos deu um pequeno susto esse final de semana mas agora, apesar da comida sem graça, já está tudo bem!!!
Como agora isso é passado e a gente já pode marcar um dia prá comer pavê de brigadeiro!!!

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