domingo, 31 de agosto de 2014

Pão de Ló com Recheio de Ganache de Chocolate Branco

Acreditem se quiser, nos últimos 3 anos, eu não tive bolo de aniversário!!! Pode isso produção!?! Em se tratando da minha pessoa é claro que NÃO PODE mas foi assim que aconteceu...

Por isso que esse ano eu coloquei como meta me dar um bolo de aniversário. Como não haveria uma comemoração oficial, o bolo deveria ser de cara transportável. O Lucas me deu a ideia do bolo embrulhado. Aproveitei a ocasião prá tentar um feito inédito e deu tudo certo:
Ingredientes:
6 ovos
3 xícaras de açúcar
1 colher de sopa de margarina
1 xícara de leite
4 xícaras de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento











Reserve as claras. Comece misturando as gemas e o açúcar.



 O creme deve ficar com essa aparência

Acrescente a margarina e metade do leite.Vá acrescentando a farinha aos poucos intercalando farinha e leite até que você consiga uma massa homogênea.

Por último acrescente as claras em neve e o femento. Leve prá assar em forma untada e enfarinhada por cerca de 35 min ou até que você enfie o palito e este saia seco.









Até aí, nenhuma novidade, certo!?!

1.º passo, desenformar o bolo

Há quem defenda a tese de que é preciso esperar o bolo esfriar para desenformá-lo. Eu costumo desenformar os bolos assim que tiro do forno o que exige certa habilidade pelo fato de ele ainda estar quente mas só... se você é do time que prefere deixar esfriar para poder manipulá-lo com mais segurança e sem queimar as mãos, faça do jeito que melhor lhe convier.
Ao desenformar o bolo, lave a forma onde ele foi assado, forre o fundo com papel alumínio e despeje sobre  o papel 100 gr de coco ralado.












Coloque metade do bolo e umedeça bem, mas muito bem o bolo. Usei 2 xícaras de leite com uma colher de açúcar para umedecer cada uma das metades. 









Hora de preparar o recheio:

500 gr de chocolate branco
200gr de creme de leite (1 caixinha)










Derreta o chocolate e quando ele já estiver morno acrescente o creme de leite. De cara a mistura vai ficar com um tom mais amarelado, não se assuste!

Hora de rechear o bolo:


Despeje o creme sobre o centro do bolo e vá fazendo movimentos circulares com a base da colher. Naturalmente o creme irá se espalhando, por igual, por todo o bolo.


Coloque a outra parte do bolo e molhe com mais 2 xícaras de leite com 1 colher de açúcar.










Para a cobertura do bolo, use mais um pacote de 100gr de coco ralado.

Cubra o bolo com papel alunínio e leve para a geladeira por 24h. Só depois disso corte o bolo e embrulhe cada um dos pedaços.
Leve de volta para a geladeira e mantenha refrigerado até a hora de servir.

domingo, 13 de julho de 2014

Oito destinos imperdíveis prá quem gosta de comida

Gosto de viajar tanto quanto de comer. Esse roteiro sugere 08 destinos muito especiais prá quem gosta de comida e o bom é que prá mim só faltam 07!!!





sexta-feira, 27 de junho de 2014

Alimentário

Uma exposição (meu ganha pão) sobre algo que eu amo (que é comida)!!! Pena que é no Rio de Janeiro #SnifSnif  http://www1.folha.uol.com.br/comida/2014/06/1471811-exposicao-alimentario-insere-a-comida-na-formacao-cultural-brasileira.shtml

Abacaxi com formiga amazônica
Alex Atala

segunda-feira, 23 de junho de 2014

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Torta de Bis



Tanto tempo sem postar uma receita nova... 

Já temos uma versão de receita de torta de bis por aqui http://cozinhaecultura.blogspot.com.br/2013/02/torta-de-bis.html, mas essa é a minha receita! A prova de que ando um tanto quanto enfererrujada é que não tirei fotos do passo a passo e sim da conclusão de cada uma das etapas. Dúvidas na execução, o Plantão Ofélia responde!!!

Ingredientes e modo de preparo

1 lata de leite condensado
1 colher de sopa de maizena dissolvida em
1 1/2 xícara de leite
2 gemas

Leve ao fogo, em fogo baixo, e mexa até engrossar!



Triture (amassando com um garfo) 2 caixas de bis e reserve.


Derreta 1 barra de chocolate de 180gr e acrescente 1 lata de creme de leite sem soro e 2 claras batidas em neve (sim, são as claras que sobraram do creme)
Hoje o trabalho foi em equipe e para demonstrar suas habilidades culinárias minha mãe bateu a clara em neve no garfo, coisa que eu, apesar de toda a mitidez na cozinha não dou conta de fazer.



Montagem da torta


O creme a essa altura já deve estar frio. Para esfriá-lo rapidamente basta colocar a panela dentro de uma tigela com água e mexer sem parar.


Por cima do creme, coloque o bis triturado.                       

  
Finalize com o mousse.


domingo, 15 de junho de 2014

Bela Cozinha

Quem me conhece sabe que eu piro num programa de culinária na TV. Meu mais novo programa de TV preferido é o Bela Cozinha, da GNT http://gnt.globo.com/programas/bela-cozinha/. Como eu não sou a única fã do programa, Stephanie nos convidou para um jantar na casa dela e aproveitou a oportunidade prá testar algumas das receitas que a gente tinha visto na TV. O Dimi mandou muito bem no preparo dos pratos e eles ficaram não só tão bonitos quanto os da TV mas também muito gostosos!

Bolinho de bacalhau com massa de inhame

Feijão com tofu defumado, abóbora e quiabo
Farofa vegana
Salada verde com molho de abacate


A empolgação com a comida foi tamanha que ninguém lembrou da humilde torta de chocolate com cereja! Deixamos ela assim, intacta, para os nossos anfitriões!


quarta-feira, 7 de maio de 2014

Comer é um negócio curioso meeeeessmo!

Eu já defendi aqui minha teoria acerca dos rodízios de pizza http://cozinhaecultura.blogspot.com.br/2013/01/rodizio-de-pizza.html. Aí quando você pensa que já viu de tudo, fui a um rodízio de pizza em Recife que entre uma pizza e outra servia lasanha! Não gente, eu não tô brincando, como se não bastasse toda a gordisse baseada na idéia de comer pizza sem limites você ainda come pizza com lasanha!?! É demais até prá mim!!!

A pizza Margherita tinha manjericão, mas no lugar do tomate italiano, tínhamos tomate cereja!

Pizza de cartola, um doce típico do Pernambuco que tem como ingredientes: banana, queijo de manteiga (o da pizza era mussarela) e canela!

terça-feira, 6 de maio de 2014

Coco Bambu

O restaurante tem várias unidades em São Paulo mas a unidade que eu conheci foi a de Brasília. Fachada imponente, decoração sofisticada, bom atendimento e de quebra a vista para o Lago Paranoá! http://restaurantecocobambu.com.br/cb-lago-sul


A caipirinha é servida num copo que é um, coco!!! Pequenos detalhes que fazem a diferença!
















Nossa pedida foi o camarão mediterrâneo. Arroz branco coberto com um creme com camarões e batata palha, simples mas extremamente saboroso!

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Museu do Doce

A história da minha vida está intimamente ligada à comida e não é porque eu resolvi bancar a gastrochata. Meu pai trabalha, desde que eu tinha 1 ano de idade, em empresas do gênero alimentício e minha mãe vem de uma família de agricultores. Meu avô, com a ajuda dos meus tios e da minha mãe plantava tomate e goiaba e vendia toda a sua produção para uma indústria alimentícia do interior de Pernambuco.

Um dos passeios mais legais e mais emocionantes da viagem foi a visita ao Museu do Doce em Pesqueira, município mais próximo à região que a minha mãe nasceu e cidade onde a minha vó vive até hoje!

O museu está sediado no prédio de uma antiga fábrica de doce. Graças à iniciativa do filho do fundador da Fábrica Rosa que reuniu o maquinário das três fábricas da cidade foi possível reconstituir toda a linha de produção de extrato de tomate e de goiabada, dois dos principais produtos que essas fábricas produziam.

Um rico acervo fotográfico e a memória (de mais metade da cidade) contribuíram prá que a história fosse recontada com uma riqueza de detalhes incrível. 

Eu imaginei que não se trataria de uma simples visita ao museu mas não imaginei que chegaríamos tão longe. Minha tia Geni nunca tinha visitado um museu antes, empreendia um esforço enorme prá entender a natureza do meu trabalho enquanto eu contava o que eu fazia mas tudo ficou muito mais claro depois que fomos ao museu. Aquele era um museu que contava a sua história e em pouco mais de 40 anos de vida ela jamais havia vislumbrado a possibilidade de ver a sua história contada no museu.



As caixas de tomate saíam em caminhões como esses do sítio do meu avô! 



Minha mãe se sentiu em casa!!!

sábado, 3 de maio de 2014

Bolo de Rolo

Esse cabra da peste me pegou de jeito! Eu não passei imune por nenhum dos bolos de rolo que cruzaram o meu caminho ao longo da viagem e trouxe, alguns deles, na mala!!!

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Pintado Amarelo

E na categoria gratas surpresas da viagem: iscas de pintado amarelo! Porque comer peixe na praia é lugar
comum em qualquer parte do Brasil!

O restaurante fica em Porto de Galinhas, aliás um dos lugares mais lindos que eu já vi! Recomendo não só a visita como o tour de jipe para conhecer a praia dos surfistas e as piscinas naturais!!!



terça-feira, 29 de abril de 2014

Bolo Souza Leão

A receita está lá, no meu livro de receitas do Gilberto Freyre. Morei 04 anos em Tupã, cidade fundada pelo pernambucano Luiz de Souza Leão mas tive que ir até Recife prá comer o autêntico Bolo Souza Leão, no lugar onde a receita originalmente européia foi adaptada!!!


Trata-se de um bolo cremoso, não muito doce e de um sabor muito peculiar! Não estamos falando de um bolo que o gosto ficará na sua boca por muito tempo mas caso você cruze com ele novamente ao longo da vida, será fácil reconhecê-lo!!! 

O Bolo Souza Leão é considerado um dos mais antigos da extensa lista de doces brasileiros, além de ter o título de Patrimônio Cultural e Imaterial do estado de Pernambuco - outorgado pela Lei nº 357 de 2007.
Acredita-se que a receita já seja conhecida há 140 anos e tenha sido introduzida na história da culinária pernambucana por intermédio de Dona Rita de Cássia Sousa Leão Bezerra Cavalcanti, esposa de um coronel proprietário de engenhos na região de Jaboatão dos Guararapes.
A iguaria é preparada segundo uma receita que inclui mandioca, leite de coco, açúcar, manteiga e ovos. O resultado é um bolo cremoso, com a consistência de um pudim muito firme. Alguns dos ingredientes do Bolo Souza Leão eram originalmente europeus. Estes, com o passar do tempo, foram substituídos por produtos nacionais, facilmente encontráveis na região. O trigo deu lugar à massa de mandioca e a manteiga francesa foi trocada por aquela produzida na própria cozinha do engenho.
O nome do bolo vem da família pernambucana Sousa Leão, que teria sido a criadora da receita no século XIX. Essa família tem suas raízes nos municípios de Jaboatão dos Guararapes e Moreno.