Mostrando postagens com marcador Alimentação é Cultura/Arte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alimentação é Cultura/Arte. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

TLC - Travel and Living Channel


A poucos meses, aqui em casa, assinamos a Sky. E eu como sou amante da TV já fui logo ver quais canais tinham no pacote que escolhemos. Entre essas fuçadas achei o TLC, foi tipo paixão á primeira vista, pois logo que achei, estava passando Cake Boss! (reality show em que mostra o cotidiano de uma famosa e enorme confeitaria em Hoboken- New Jersey- EUA, onde o chef  é nada mais nada menos que Buddy Valastro !)
Esse canal tem vários programas ligados a culinária, viagens e mudanças em vários sentidos. A única coisa ruim dele e em todos os canais pagos são as propagandas repetitivas e as várias reprises do mesmo episódio de um determinado programa.

Bom, é isso, cada dia vou postando um programa diferente aqui no blog para que vocês conheçam esse canal cheio de cultura !



quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Escultura na Comida !

Eu ja falei aqui neste blog que eu não tenho nada contra os japoneses e olha só essas esculturas ... PURO LUXO ! e PURA PACIÊNCIA !

Café da manhã na manteiga , nessa escultura tem 450 quilos de manteiga.
A Torre de Pisa feita em chocolate branco #morri.
Motocicleta de Lagosta !

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Já que o papo está em Minas: PIADA DE PÃO DE QUEIJO.


 Um mineiro estava andando no deserto quando encontrou uma lâmpada.

Sabido das histórias, esfregou-a e, não é que apareceu um gênio?! Que foi logo dizendo:
- você tem direito a 3 pedidos.
Dai o mineiro pensou e disse:
-Eu quero um pão de queijo
O gênio deu o pão de queijo, o mineirinho comeu...
-Seu segundo pedido?
E o mineirinho:
-Quero outro pão de queijo
O gênio então lhe concedeu o desejo e lembrou:
-Você tem direito a mais um pedido
Desta vez o mineiro pensou e disse :
-Quero 2 bilhões de dólares...
O gênio entregando-lhe o dinheiro questionou:
-Por que você pediu primeiro 2 pães de queijo e depois 2 bilhões de dólares?
E o mineirinho respondeu:
-Ahhh! É porque fiquei com vergonha de pedir outro pão de queijo uai.


OBS: Não sou mineira, mas morro por um pão de queijo... kkk 

Ei! você aí de Minas (Gerais)...

Que tal um filme para degustar?! 


Para quem mora ou estará em Minas Gerais nos próximos dias: o Museu da Inconfidência em Ouro Preto apresenta, como parte da programação, filmes cujo mote é a alimentação.






O evento foi intitulado de "Um Lugar à mesa - Cinema e gastronomia: Filmes para degustar.


Vale a pena conferir.







quarta-feira, 12 de outubro de 2011

VATEL – UM BANQUETE PARA O REI

Um feriado

no meio da semana vem bem a calhar, consegue nos aliviar do estresse a que nós somos submersos todos os dias. Aqui na região metropolitana de São Paulo está um tempo cinza, e para quem não tem crianças com quem passear nesta fatídico data, fica a dica de um bom filme.

VATEL – UM BANQUETE PARA O REI

Este filme, para além de todas as mazelas da corte francesa, o que também é incrível, mostra o quanto a comida é levada a sério. A ponto de poder salvar um reino e\ou motivar fracassos e até mortes. está na minha lista de filmes favoritos, e não é por tratar deste tema que tão bem se encaixa em nosso blog, mas se tem uma coisa que eu adoro são filmes de época e outra é o Gerard Depardieu.

Outro ponto que nos chama a atenção é toda a ritualização que acompanha o ato de se alimentar e o quanto isso é maximizado quando se fala dos altos poderes.

Abaixo segue um brilhante comentário acerca do filme que encontrei no site sensibilidadeesabor.

Baseada em fatos reais, a história se passa na França do século XVII, no palácio de Chantilly. O príncipe de Condé (Julian Glover), que passa por dificuldades financeiras, resolve promover uma estadia suntuosa para o rei Luis XIV (Julian Sands), e toda a corte de Versailles, durante um fim de semana em Chantilly, na tentativa de, em caindo nas graças do rei, obter a ajuda que necessita para sair da crise em que se encontra.

No entanto, o sucesso desta recepção depende principal e quase que totalmente do desempenho de Vatel (Gerard Depardieu), uma espécie de chefe de cerimônias do príncipe, o qual existiu na verdade, como “atendente” do mesmo.


Em meio às tramas políticas encabeçadas pelo Marquês de Lauzun (Tim Roth) e ao desenrolar da primorosa recepção, destaca-se toda a sensualidade dos encontros entre Vatel e Anne de Montausier (Uma Thurman), uma sensualidade que não se deixa reger pela libido, mas sim pela admiração mutua e pela cumplicidade de romantismo.



Vamos combinar que Gerard Depardieu e Uma Thurman dão um show de sedução, só de lembrar (Ui) me arrepia a espinha...



Vatel é um artista que faz a alma desabrochar num êxtase de todos os sentidos. A tecnologia e criatividade, empregadas nas apresentações feitas para o deleite visual e auditivo da corte francesa, são magníficas e inovadoras para a época, mas a verdadeira poesia de Vatel é exalada na cozinha e derramada sobre os alimentos, para depois ser declamada em aromas e sabores que arrancam suspiros ao paladar. Vatel é um regente, no comando de uma orquestra onde os ingredientes são os instrumentos, enquanto a sua sensibilidade e criatividade determinam com magistral precisão, as notas que comporão a sinfonia a ser saboreada.

É inevitável envolver-se pelo momento em que ele, como sensível artesão confeiteiro, inspirado pela paixão por Anne Montausier, esculpe em açúcar, uma jarra com duas flores.


Título original: (Vatel)

Lançamento: 2000 (França)

Direção: Roland Joffé

Atores: Gérard Depardieu, Uma Thurman, Tim Roth, Julian Glover.

É muito bom, FICA A DICA!

domingo, 2 de outubro de 2011

"Culinária Divina: Para o deleite dos fiéis, religião e comida sempre caminharam lado a lado."

Curioso momento de êxtase.

Hoje, enquanto remexia minhas revistas velhas de História, Cultura e Política a caça de assuntos ligados à Revolução Industrial, encontrei o exemplar 14 da Revista das Religiões: o Mundo da Fé e me deparei com uma matéria que desde 2004 (ano em que a revista veio às bancas ) estava para ler, claro que muito antes de chegar o dia de hoje eu já havia me esquecido dela.

A matéria é interessantíssima e o nome diz tudo - DIVINA CEIA: O Significado da Comida nas várias religiões (Inclui Receitas!).

E é isso mesmo, INCLUI receitas. Fantástico! Vocês não fazem idéia do meu deslumbramento com a matéria... kkk
Abaixo transcrevo um trecho, além da introdução, o texto apresenta o significado da comida em sete religiões...

 SUPER VALE A PENA LER.


Vamos lá:
“Candomblé
Se a máxima casamenteira diz que um homem é fisgado pelo estômago, no Candomblé, o santo é conquistado pelo paladar. Azeite-de-dendê, farofa, coentro, pipocas, folha de bananeira, ervas, frutas e muito, muito axé. A comida no Candomblé é ebó, oferenda que, mais do que entregue simbolicamente aos orixás, será consumida por eles – que, se e somente se estiverem satisfeitos, atenderão às demandas dos fieis. Nesse sentido, saber combinar cores, aromas e sabores, mais do que um dote, é a garantia de bom relacionamento com o guia espiritual. Para tanto, há prescrições complexas quanto ao modo de preparo e o tipo de prato a ser oferecido ao orixá, pois cada santo tem um gosto específico. Nos terreiros, a cozinha é um lugar sagrado, muitas vezes reservados aos iniciados, que funciona não apenas como um local de preparação do alimento, mas também de transmissão de conhecimento. Segundo afirma um ditado popular na religião, ‘Candomblé mesmo é cozinha’. Saravá!

Omolucum

Ingredientes:
1 quilo de feijão fradinho cozido
200 gramas de cebola ralada ou no batida no liquidificador
200 gramas de camarão seco moído
100 ml de azeite-de-dendê
Sal a gosto
Modo de preparo:
Coloque o azeite-de-dendê numa panela e refogue a cebola juntamente com o camarão. Em seguida, acrescente o feijão fradinho previamente cozido e o sal, deixando criar uma consistência firme até soltar da panela. Sirva quente.”


Sensacional! 

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Natureza-Morta

 
Quando relacionamos alimentação e pintura o que nos vem à mente é o gênero NATUREZA MORTA.
Natureza Morta com Melões, de Monet

Embora o nome não seja lá tão agradável e o gênero tenha sido preconceituado durante boa parte da história da arte, o Itaú cultural apresenta, no artigo reproduzido abaixo, sua importância no desenvolvimento técnico da pintura.    
Definição
Objetos inanimados são representados na pintura desde a Idade Média, em geral como fundo de pinturas religiosas de cunho realista. Mas é somente em meados do século XVI que a natureza-morta emerge como gênero artístico independente em obras de pintores como Pieter Aertsen (1507 ou 1508 - 1575) e Jacopo Bassano (ca.1510 - 1592), que articulam os temas religiosos à vida cotidiana e às cenas de gênero. As composições simbólicas e grotescas de Giuseppe Arcimboldo (ca.1527 - 1593) - com frutas, animais e objetos compondo figuras - alimentam o desenvolvimento da natureza-morta no período. Na passagem para o século XVII, a figuração documental exigida pelas ciências naturais joga papel destacado na valorização de uma arte que almeja representar os objetos e a natureza tais como empiricamente observados - por exemplo, Jacopo Ligozzi (1547 - 1627). 


Natureza morta com tomates, 2008. Deb Kirkeeide


Assim, o processo de paulatina autonomia da natureza-morta acompanha tanto a pintura naturalista (associada à ilustração científica) quanto a pintura de gênero, exemplarmente representada pelos artistas holandeses do século XVII e seus temas domésticos, figurados com riqueza de detalhes. Os objetos freqüentemente escolhidos para compor as naturezas-mortas são: mesas com comidas e bebidas, louças, flores, frutas, instrumentos musicais, livros, ferramentas, cachimbo, tabaco etc, todos referidos ao âmbito privado e à esfera doméstica, às vocações e aos hobbies, à decoração e ao convívio no interior da casa.

Natureza Morta Albano Vizotto Filho

A desvalorização desse gênero pictórico reflete-se na sua própria denominação nas línguas latinas, "natureza-morta", "nature morte", e nas línguas saxônicas ,"still life", "stilleben" (vida imóvel, vida em suspensão). Caravaggio (1571 - 1610) é um dos pioneiros no gênero, exercitado entre 1592 e 1599 (detalhe de Baco, 1593, Cesto de Frutas, 1596). A opção pela "pintura natural das coisas naturais" (destacando a presença do corpo e a realidade pormenorizada do objeto reveladas pelos contrastes de luz e sombra), a escolha de tipos populares para compor cenários religiosos e o gosto por cenas de gênero marcam as obras do pintor milanês, um dos primeiros a desafiar a hierarquia imposta pelos teóricos da época, que viam a natureza-morta como tema menor. "Custa-me tanto trabalho fazer um bom quadro de flores, quanto um quadro de figuras", afirma ele. Na Espanha, Juan Sánchez Cotán (1560 - 1627) renova o gênero, valendo-se da abertura de janelas para emoldurar os objetos (Natureza-Morta com Marmelo, Couve, Melão e Pepino, 1600). No sul do país, o tema é adotado por Francisco de Zubarán (1598 - 1664), que desenvolve uma obra religiosa naturalista, produzindo paralelamente uma série de naturezas-mortas e cenas de gênero. Em Madri, Juan van der Hamen y León (1596 - 1631) confere novos contornos a esse tipo de pintura, dispondo os objetos em diferentes níveis e reduzindo o número de elementos da cena (Natureza-Morta com Frutas e Objetos de Cristal, 1626).
Jean-Siméon Chardin (1699 - 1779) é o grande pintor francês de naturezas-mortas e obras de gênero. No célebre A Arraia (1728) evidenciam-se suas preferências de composição: a prateleira de pedra e a austera ambiência interior, os objetos dispostos segundo uma ordem prática (sugerindo atividade humana), as texturas do linho e da cerâmica, o gato em meio às ostras e a arraia sangrenta no centro do quadro. As pequenas telas de Chardin - com objetos de cozinha e seus usuários, ambientes domésticos e cenas cotidianas - filiam-se à tradição da pintura de gabinete holandesa. No século XIX, os impressionistas, ainda que afeitos às paisagens ao ar livre, vão realizar naturezas-mortas, mas é com Paul Cézanne (1839-1906) que o gênero ganha novas dimensões, imortalizado pelas composições com maçãs executadas a partir de 1870. Ao contrário de Chardin, cujos trabalhos aludem ao à preparação do alimento na cozinha, assim como aos instrumentos do artista, nas obras de Cézanne os objetos parecem desligados de seu uso. "Suspensas entre a natureza e a utilidade, [as maçãs de Cézanne] existem apenas para serem contempladas", indica o historiador norte-americano Meyer Schapiro.
Os arranjos de objetos díspares nas diversas composições e colagens de Juan Gris (1887-1927), Pablo Picasso (1881-1973) e Georges Braque (1882-1963) associam a natureza-morta diretamente ao cubismo, ainda que o gênero atravesse toda a arte moderna, como indicam as obras de Vincent van Gogh (1853 - 1890), Fernand Léger (1881 - 1955), Henri Matisse (1869-1954), Chäim Soutine (1893 - 1943), Pierre Bonnard (1867 - 1947), entre outros. Giorgio Morandi (1890 - 1964) é dos pintores modernos o que mais se concentra em naturezas-mortas. Seus objetos - garrafas, candelabros, potes -, compostos com base em combinações cromáticas sutis, são esvaziados de conteúdos simbólicos e literários, o que confere a essas obras uma dicção altamente pessoal. Na história da arte brasileira as composições com frutas e vegetação de Albert Eckhout (ca.1610-ca.1666) encontram-se entre as primeiras naturezas-mortas realizadas. 

Natureza morta - Pedro Alexandrino
É possível acompanhar o gênero durante o século XIX, com as produções de Agostinho da Motta (1824-1878) e Estêvão Silva (ca.1844-1891), significativos pintores no contexto carioca. Já em São Paulo, na primeira metade do século XX, destaca-se a produção de Pedro Alexandrino (1856-1942). Com os artistas reunidos no Núcleo Bernardelli e Grupo Santa Helena, nas décadas de 1930 e 1940, o gênero ganha nova importância na arte brasileira. Nos anos de 1950, Milton Dacosta (1915 - 1988), Maria Leontina (1917 - 1984), Iberê Camargo (1914 - 1994), entre outros, realizam naturezas-mortas.


 Em: 
http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_ic/index.cfm?fuseaction=termos_texto&cd_verbete=360

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Piada com Comida: Fritando um ovo

Existe piada de tudo e qualquer coisa, não podiamos ficar de fora. 
Quando vi essas não resisti e trouxe para dividir com vocês.  





O homem está na cozinha, fritando um ovo, quando a esposa chega e começa a gritar como uma louca:



- JOGA MAIS ÓLEO!!! JOGA MAIS ÓÓÓÓÓÓÓLEOOOOO!!!

- VAI GRUDAR NO FUUUUUUUNDO... CUIDADO!!! VIRA, VIRA, ANDA VIRA... RÁPIDO!!!

VAI, CUIDADO! CUIDADO!!! VAI ESPIRRAR...!!!!!!!!

PARECE QUE VOCÊ É LOUCO.

VAI ENTORNAR... AI, MEU DEUS!


O SAAAAAAAALLLLL!!!!! NÃO ESQUECE O SAAAAAAAAAALLLLLLLL!!!




O homem, irritado com os berros, pergunta:

- Por que é que você está fazendo isto?!? Você acha que eu não sei fritar um ovo?

E a esposa, bem calma, responde:


- Isto é só para você ter uma idéia do que você faz comigo quando eu dirijo!!!"

terça-feira, 8 de março de 2011

segunda-feira, 7 de março de 2011

Brincando com Comida

 Quantas foram às vezes que ouvimos uma mãe (nossa ou a de outrem) dizer: “Menino, é muito feio brincar com a comida! Fique quieto e coma tudo!”?
A Chinesa Ju Duoqi nos mostra que era tudo uma GRANDE BALELA. A matéria da BBC Brasil de 27 de maio de 2009 (que segue a baixo) apresenta a artística que produz trabalhos plásticos tendo como principal suporte verduras e legumes utilizando de toda a sua delicadeza e conhecimentos técnicos artísticos para recriar importantes obras de arte do imaginário mundial.
A obra que ilustra nosso humilde  blog é intitulada de A LIBERDADE GUIANDO OS LEGUMES, versão pra lá de bem humorada do célebre quadro de Eugène Delacroix A LIBERDADE GUIANDO O POVO.
Brincando com comida, literalmente, outros artistas também criam e recriar obras que alimentam nosso legado cultural, além de mostrar que até folhas murchas de verduras e uma simples pasta de amendoim têm seu valor plástico.
Nosso exemplo nacional mais ilustre é a produção de Vik Muniz, que com grande destreza transforma tudo o que passa pela sua frente em obra de arte, inclusive gêneros alimentício. Detalhe para MONA LISA DE GELÉIA DE UVA E MONA LISA DE MANTEIGA DE AMENDOIM, criadas em1999 Será que alguém tem coragem de meter a colher?


É FEIO BRINCAR COM COMIDA? 
FICA A DICA!

ARTISTA CHINESA RECRIA OBRAS FAMOSAS COM LEGUMES
A artista chinesa Ju Duoqi gosta de brincar com comida. Tanto que ela recriou telas de artistas famosos posicionando com cuidado batatas, gengibre, couve, tofu, cebolas e pepinos.
E ela usa obras como a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, e O Beijo, de Klimt.
As fotos das obras de Ju Duoqi foram reunidas em uma coleção que ela chamou de Museu do Legume, que está exposta na Galeria de Fotografia Paris-Pequim, na capital chinesa.
A artista descobriu que legumes e verduras não tinham apenas valor nutricional, mas também artístico, há cerca de três anos.
"No verão de 2006, eu comprei alguns quilos de ervilhas e fiquei sentada lá, quietinha, por dois dias, descascando, antes de colocá-las em um arame e transformá-las em uma saia, uma blusa, um adereço para a cabeça e uma varinha mágica. Eu usei controle remoto para tirar uma foto de mim mesma vestida com eles", contou Ju Duoqi.
As diferentes formas e cores dos vegetais, com um pouco de arranjo, alimentam a imaginação da artista. Mas ela não usa apenas frutas e legumes frescos - secos, murchos, em conserva, fritos ou fervidos também são usados no trabalho.
Ela associa os legumes e verduras à vida doméstica e disse que achou "uma forma de vida para as mulheres que adoram a casa".
Ju Duoqi nasceu em 1973, em Chongqing, e estudou na Escola de Belas Artes de Sichuan.