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segunda-feira, 5 de maio de 2014

Museu do Doce

A história da minha vida está intimamente ligada à comida e não é porque eu resolvi bancar a gastrochata. Meu pai trabalha, desde que eu tinha 1 ano de idade, em empresas do gênero alimentício e minha mãe vem de uma família de agricultores. Meu avô, com a ajuda dos meus tios e da minha mãe plantava tomate e goiaba e vendia toda a sua produção para uma indústria alimentícia do interior de Pernambuco.

Um dos passeios mais legais e mais emocionantes da viagem foi a visita ao Museu do Doce em Pesqueira, município mais próximo à região que a minha mãe nasceu e cidade onde a minha vó vive até hoje!

O museu está sediado no prédio de uma antiga fábrica de doce. Graças à iniciativa do filho do fundador da Fábrica Rosa que reuniu o maquinário das três fábricas da cidade foi possível reconstituir toda a linha de produção de extrato de tomate e de goiabada, dois dos principais produtos que essas fábricas produziam.

Um rico acervo fotográfico e a memória (de mais metade da cidade) contribuíram prá que a história fosse recontada com uma riqueza de detalhes incrível. 

Eu imaginei que não se trataria de uma simples visita ao museu mas não imaginei que chegaríamos tão longe. Minha tia Geni nunca tinha visitado um museu antes, empreendia um esforço enorme prá entender a natureza do meu trabalho enquanto eu contava o que eu fazia mas tudo ficou muito mais claro depois que fomos ao museu. Aquele era um museu que contava a sua história e em pouco mais de 40 anos de vida ela jamais havia vislumbrado a possibilidade de ver a sua história contada no museu.



As caixas de tomate saíam em caminhões como esses do sítio do meu avô! 



Minha mãe se sentiu em casa!!!

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Todo o meu amor por... cuscuz!

Se eu pudesse associar a minha 'matriz nordestina' à um sabor, seria o do cuscuz!




Nunca comi cuscuz em outro lugar que não fosse na minha casa ou na casa de algum parente (até chegar em Recife e encontrar cuscuz no cardápio do hotel todos os dias no café da manhã e é de muita felicidade que estamos falando).








Os anos se passaram e o prato tradicional também se modernizou! O cuscuz agora virou base de farofa!!! Você prepara o cuscuz normal (e a receita já foi postada aqui http://cozinhaecultura.blogspot.com.br/2011/09/cuscuz.html) e depois que ele está pronto, esfarela e tempera. Fica muito bom!!!!


sábado, 12 de outubro de 2013

Cereja não, chuchu!

Sabe aquela sensação horrível que a gente tem quando morde algo achando que é uma coisa e só quando o negocio se desintegra na sua boca você descobre que é outra??? Que atire a primeira pedra quem nunca passou por isso com a maçã na salada de maionese que você se acha que é batata ou champignon no strogonoff de frango que dada a quantidade de molho e por ser igualmente branquinho você bota no prato mesmo sem gostar...
Inclua nessa lista cereja feita de chuchu! Ai gente, é de muita decepção que estamos falando... quebra o clima sabe? Agora que sou uma gastrochata, eu reconheço cereja de mentira só de olhar, nestes casos aceito qualquer pedaço de bolo. Do contrário: o meu é com cereja!!!
 Meu aniversário de 01 ano e esta cereja aí, é de verdade!!!
Por fora cereja, por dentro chuchu
Há quem diga: “as aparências enganam” ou “não julgue um livro pela capa”. Mas as preferências existem. Se, ao entrar numa festa de aniversário, o simpático aniversariante trouxer um pedaço de bolo com chuchus sobre a cobertura, qual seria a reação do convida
do? Entre as muitas possibilidades, a mais provável é aquela em que o indivíduo se recusaria a comer o doce e duvidaria da procedência da festa. Já as típicas cerejas suculentas e avermelhadas provavelmente levariam numa reação positiva. Contudo, vale ressaltar um detalhe: existem “cerejas” feitas de chuchu – geralmente são aquelas utilizadas por confeitarias. Resultado: o bolo continua com os chuchus e o convidado com seus preconceitos. Os sabores também enganam.
Seja por questões econômicas ou práticas, muitos estabelecimentos transformam os insípidos frutos em adocicadas frutas. O processo não é tão complicado e tem, entre as muitas vantagens, o fato de “burlar” a sazonalidade das colheitas. Basta ter um chuchu para se obter cerejas. Aos que estão dispostos a romper paradigmas gastronômicos, tomem nota:
Receita: 
  •  Cozinhe o chuchu até ficar al dente.
  • Em seguida retire bolinhas do legume com um instrumento chamado “boleador”.
  • Jogue as bolas em água com cal virgem culinária, que deixa a comida firme por fora e macia por dentro.
  • Desligue ao ferver e espere 3 horas.
  • Despeje as bolinhas em calda quente de groselha. Deixe no fogo brando.
  • Quando descerem, apague o fogo e retire-as da calda.
  • Jogue um copo de açúcar na calda e ferva-a. Despeje as bolinhas e apague o fogo.
  • Quando a calda esfriar, acrescente licor marasquino

http://catracalivre.com.br/geral/gastronomia/indicacao/por-fora-cereja-por-dentro-chuchu/

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Natal

O Natal é a festividade que confirma a minha teoria de que momentos felizes a gente celebra com muita comida! Tudo é abundante, muito saboroso e mesmo aquilo que a gente come o ano todo - porque toda ceia de Natal tem uma maionese - parece que ganha um sabor especial... parece não, ganha de verdade e um ingrediente muito especial. O post da Kath mais prá baixo dá uma pista do que é!

Passei o Natal mais uma vez em Bady Bassitt/SP na companhia de pessoas muito queridas e, como não poderia deixar de ser, de muita comida!

Me propus o desafio de fotografar tudo o que eu comi do café da manhã do dia 24 até o final do dia 25!!! Contei com a ajuda da Shellida, da Michele e do Otávio mas não foram raras as vezes que por ter esquecido de fotografar, tive que comer de novo!!!

Esse foi o caso do kibe feito pela Tia Gilda. Já tinha comido um monte quando me dei conta que não estava com a câmera fotográfica. Prá piorar a foto ainda não ficou boa de primeira, ó ceus kkkkk!!!









Se eu fosse comer todas as carnes e todas disponíveis ia ter que fazer uma infinidade de pratos como esse... escolhi bem e me contive!







Agora se tem uma coisa pela qual eu perco a linha é por esse pão doce recheado com ricota e frutas cristalizadas! Todas as cozinheiras da família, assim como a Tia Ilda, são igualmente talentosas mas esse pão... ai que saudade!!! 

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Maionese de Batata


Todo mundo tem seu prato coringa e essa maionese é o prato coringa da minha mãe. Ela sempre prepara quando julga que as outras opções não são suficientes ou atendendo a pedidos... não são raras as visitas que depois de comer pela primeira vez pedem repeteco quando aparecem lá em casa!!!

Aqui em casa rolou mini porção da tal maionese mas vamos lá:

Vejo ela preparando isso desde que me entendo por gente mas por via das dúvidas liguei prá ela antes de preparar prá confirmar a proporção: para cada 02 batatas, 01 ovo.
Cozinhe os dois juntos em água com um pouco de sal.



Depois de cozida, deixe que ela esfrie um pouco e só então esprema.






Pique o ovo e junte à batata amassada. Dica da minha mãe: para que ela não fique tão forte você pode descartar parte da gema do ovo. Eu coloquei tudo!




Acrescente a maionese, usei 02 colheres de sopa, e misture bem.








P.S.: A receita original da minha mãe ainda conta com coentro picadinho e cebola mas, como ela sabe que eu dispenso os dois, quando eu estou em São Paulo é assim que ela prepara prá mim!!!

domingo, 9 de setembro de 2012

Mousse de Morango

A receita é antiga e, assim como eu, podemos dizer que o mousse de morango se reinventou!!! Se antes cumpria muito bem sua função de sobremesa de domingo numa república de 05 estudantes desafortunadas, olha onde ele foi parar!!!


Chá de Fraldas da Bianca, 08.09.2012

A receita é simples:

Pegue 1 lata de leite condensado, 1 lata de creme de leite e 1 pacote de suco em pó sabor morango e bata todos os ingredientes no liquidifcador.

Despeje a mistura num saco de confeitar, (e depois da invenção da roda a melhor invenção da humanidade foi o saco de confeitar descartável) corte a ponta, encha os copinhos e leve para gelar!

domingo, 4 de março de 2012

Creme de goiabada...


Para o lanche de logo mais...

Gente, mais fácil que isso não dá!
Essa é dos tempos de Escola da Família. Quando juntavam um bando de universitário sem grana numa escola estadual [em São Paulo] todos os sábados e domingos para oferecer atividades sócio-culturais, educativas e esportivas em troca de uma bolsa de estudos numa universidade particular.

É gente, durante minha primeira graduação todos os meus finais de semana eram dedicados a este programa.

Cinco anos depois, continuo sem grana mas, com muitas boas lembranças. 


Esta semana encontrei no trem, voltando do trabalho, uma das minhas queridas companheiras nesta luta, a Ana e, como memória tem sabor, me lembrei deste creme que fazíamos sempre para acalmar as lombrigas que clamavam por um doce no meio da tarde.


Aprendi com a Tati, outra companheira. Saudades das “brigas” pra saber quem ia manipular o abridor de latas, que era incrível – kkkkk.
Saudades de vocês, galera (Bruno, Chu, Tati, Ana e a loucona da Simone).

Vamos lá.

Para esse creme, basta bater no liquidificador um tablete de goiabada com uma lata de creme de leite. Se quiser mais firme, basta ir acrescentando leite em pó.





O que fazer com isso? Ai é que mora a graça.
Dá pra colocar, por exemplo, em taças e levar a geladeira e servir assim; com pedaços de fruta; sobre o sorvete de massa; como aperitivo acompanhando cubinhos de queijo minas ou coalho; tirar do liquidificador e mandar pra dentro assim mesmo [era assim que fazíamos]; ou...
Lembram do bolo de iogurte?
Não lembra? clique aqui...







Basta substituir a geléia por esse creme, mas, ao invés de derramá-lo sobre a forma antes de colocar a massa do bolo, use-o para untar a forma [como na imagem], asse o bolo conforme indica a receita. O bolo pronto, vire num prato [desenforma imediatamente, é muito fácil] e cubra com o creme com a ajuda de uma colher.




Dica: use o verso da colher e passe o creme de baixo para cima, é mais fácil assim.
Bom, é isso.



Quem duvida, eu recomendo experimentar, não dá pra perder muito, caso não goste do resultado [o que eu duvido].


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Mantecal da Juliana!


No quesito memória afetiva, esses biscoitinhos têm muito a dizer.

Eles foram o conforto de algumas tardes em que estávamos tristes e que passamos juntas e foi a gordice que completava momentos engraçados também.

Amo mantecal, mas chegar à casa da Juliana e encontrar uma lata inteira deles, feitos por ela e  esperando por mim, hummmmm. Amo ainda mais.
A partir de então, esses biscoitos ganharam um novo valor cognitivo, não dá pra pensar neles sem pensar nela e em tudo o que passamos juntas.

Valeu Jú! E eu quero mais... kkk

Essa é a Jú e o amor dela [talvez ela me mate].

Ela liberou a receita e as fotos eu roubei do álbum dela no facebook.

“anota aí lombriguenta” – palavras da própria – kkkk
1 kl de farinha de trigo,
meio kl de açúcar e
1 pacte de gordura vegetal hidrogenada
mistura tudo, a massa vira uma farofa, faz as bolinhas e coloca em assadeira sem untar, leva ao forno até ficar dourado.
Os: prepare-se para fazer bolinha até acabar a paciência, mas super vale a pena.
Ah! Claro que vale, também, colocar aquela tradicional gota de goiabada. 


Obtive informações de que a massa é esquisita mesmo...

Faça bolinhas até não aguentar mais, ai... continue fazendo - kkk

não eram gotas??? são cubinhos...
Quase lá...
Hummmm... era nessa lata mesmo!


quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

O arroz com suã de d. Jacira

Nossa memória afetiva tem muitos, muitos sabores, um prá cada pessoa que mora no coração da gente. Algumas pessoas tem mais de um, outras nenhum mas enfim...



Estou aqui fechando as malas. Vou, pela 2.ª vez, passar o Natal em Bady Bassitt/SP com a Shellida (velha conhecida deste blog) e sua família e vou falar hein (como diz uma outra amiga), ô festa boa!


Adoro gente de alto astral e lá todos sem exceção são assim! Os anos de amizade e o carinho com que eles sempre me recebem fazem com que eu me sinta em casa, de verdade, inclusive com direito a prato com o meu nome na ceia!


E como o assunto aqui é comida...



D. Jacira (mãe da Shellida) além de todos os atributos descritos acima, conquistou o seu lugar cativo na minha memória afetiva com este prato:




arroz com suã



O suã nada mais é que a coluna vertebral do porco. Preparado com o arroz é um dos pratos típicos da culinária goiana. Fui apresentada à iguaria quando Shellida e eu morávamos em Assis e devo confessar que desde então, sempre que penso em D. Jacira me lembro dele...



O prato não integra o vasto cardápio preparado pela família ceia de Natal, para o aniversário da Michele e prá todas as outras coisas que eles comemoram neste período. Acho muito bacana a pré disposição deles prá celebrar, não importando a circunstância nem a ocasião se eles estão juntos, estão em festa!




Então fica combinado assim, eu não como arroz com suã esse final de semana mas apareço por aí em breve...

sábado, 10 de setembro de 2011

Cuscuz

O cuscuz é um prato originado do Maghreb, região do norte da África. Consiste num preparo de sêmola de cereais, principalmente o trigo podendo também ser preparado à base da farinha ou polvilho, de milho ou de mandioca. Salgada e levemente umedecida, a massa é cozida pela infusão no vapor num cuscuzeiro.
A massa pode ser incrementada com outros ingredientes, como é costume do sudeste do Brasil (vide o famoso cuscuz paulista), ou apenas acompanhado com leite, ovos, manteigas ou carne seca, como é a preferência no nordeste.


Apesar da ascendência nordestina, não como cuscuz regularmente mas esse é um dos pratos que eu sempre peço prá que a minha mãe faça prá mim quando estou em casa.


Foi uma luta quantificar os ingredientes para anotar a receita. Minha mãe, assim como as minhas tias e a minha avó fazem cuscuz a olho, contam quantas pessoas vão comer, estabelecem lá a sua proporção e sempre dá certo!


Para 2 1/2 xícaras de flocos de milho pré-cozidos (milharina) minha mãe usou 1 colher de café de sal e 1 1/4 xícara de água.





O pré preparo do cuscuz consiste em ir colocando a água as poucos prá ir umedecendo a massa. Qual o ponto certo? Apesar de úmida a massa deve esfarelar na mão.






Coloque um pouco de água no fundo do cuscuzeiro, acondicione a massa e leve para cozinhar em fogo baixo por aproximadamente 10 minutos. Quando o cheiro do cuscuz se espalhar pela casa, ele está pronto!






Depois de pronto, cada um aqui come de um jeito, o meu é só com manteiga, no máximo com um pedaço de queijo e o da minha irmã, com leite!

domingo, 4 de setembro de 2011

Um jantar pra lá de especial!

Uma refeição é capaz mais do que saciar a fome e nutrir o corpo, ela pode nutrir a alma, sustentar relações, engordar emoções.
Para alguns, cozinhar é perder tempo na cozinha, pra outros é oferecer a alguém um momento de prazer, para mim, cozinhar para quem gostamos é fazer com que sintam esse carinho com todos os sentidos.
Os aromas, os ruídos, a escolha da louça, da toalha, a arrumação da mesa, a recepção só fazem aumentar a expectativa com relação ao que vai ser servido.
E neste caso, o prato principal não vem depois da entrada e não acompanha a guarnição, ele vem com o convite, com a escolha do vinho, com o preparar da casa, com o abrir das portas e vai junto com o convidado após o longo e protelado abraço de despedida.

Galinhada e Tutu de Feijão


Certa vez ouvi dizer que o estado de felicidade plena não existe, que o possível é a sensação de felicidade baseada em momentos, em experiências. Não há como dizer que não experimentamos dela ao levar à boca uma delicada sobremesa que te faz arrepiar até a última vértebra, ao perceber os olhares satisfeitos com sua presença e quando cada palavra dita faz com que sintamos estar no lugar certo.

Falso sorvete de coco com calda de ameixa e lascas de amêndoas 

Oferecer experiências, estreitar relações, aflorar sentimentos, divertir-se, apaixonar e apaixonar-se. Para mim, cozinhar é isso e, poder estar com vocês foi incrível. Obrigada meninas!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Cidinhas

Chegou na minha casa, eu levo prá cozinha. Na grande maioria das vezes é prá conversar enquanto eu cozinho (coisa que na minha casa em Tupã fica um pouco difícil...) mas em alguns casos a pessoa acaba botando a mão na massa.


A Samantha é minha amiga a muuuuiiiiitos anos e foi a primeira pessoa que eu levei prá cozinha. Fuçando os cadernos de receitas velhinhos da minha mãe achei várias receitas escritas por ela...





Crescemos e continuamos cozinhando, agora cada uma em sua cozinha. Me lembro com muito carinho e com muitas saudades das tardes fazendo cocada na minha casa e imagino que Samantha também... Meu presente de aniversário, uma pulseira linda, foi complementado por essa coleção de revistas, carinho que eu retribuirei, na cozinha!




P.S.: Cidinha foi durante muito tempo assistente de Ofélia, acho que a primeira pessoa que ficou famosa cozinhando na TV. Samantha e eu fomos muito Cidinha e Ofélia, papéis que revezávamos dependendo de quem tinha tido a idéia de preparar o prato.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O feijão da minha mãe

Esse foi o feijão que eu comi a vida toda, com mais caldo prá gente tomar caldinho de feijão antes de jantar, com folhas de repolho ou cenoura picadinha prá gente super absorver as vitaminas ou com linguiça calabresa defumada uma vez na vida outra na morte.




De todas as coisas que a minha mãe faz, o feijão e a maionese de batata são os pratos que fazem mais sucesso e vez ou outra rola um potinho prá viagem para os membros do 'fã clube'!!!




O feijão não tem segredo nenhum, razão pela qual ela resistiu bravamente em ceder o preparo para o blog, mas confesso que mesmo tendo acompanhado o passo a passo desde sempre NUNCA consegui fazer igual...






Ela deixa sempre ele de molho de um dia para o outro e coloca na água umas gotinhas de vinagre. É por conta disso que ele fica clarinho depois de cozido. Cozinha na pressão e com umas folhinhas de louro.



O tempero não tem segredo, é a mão dela que dá o sabor de que todo mundo se lembra depois: alho e cebola refogados num pouco de óleo e depois do feijão, coloca coentro, colorau, orégano, cominho e sal. Ferveu, encorpou o caldo, tá pronto!