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quarta-feira, 10 de abril de 2013

O homem por trás do Sucrilhos

E para quem acha que a história da humanidade divide-se em momentos de guerra e paz devo dizer que há muito mais entre o céu e a terra do que julga a nossa vã filosofia...

Grande parte da história das civilizações pode, e com riqueza de detalhes, ser contada em cima de uma mesa! Muitos destes episódios são narrados no livro Comida, uma história do historiador Felipe Fernández-Armesto, um dos exemplares da minha pequena biblioteca!

Dentre as histórias narradas no livro está como se deu a introdução de flocos de milho primeiro na dieta norte americana e depois na dieta do resto do mundo e como o doutor Kellogs virou 'o pai do sucrilhos'

Um pouco dessa história está nesta reportagem http://blogs.estadao.com.br/paladar/o-excentrico-doutor-kellogg/

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Dias de Mel


Existem muitas maneiras de salvar uma civilização. Uma das mais simples é com comida e essa é a maneira pela qual a minha pequena civilização vem sendo salva!

O texto de Anna Ciezadio poderia perfeitamente ter sido escrito por mim. Um outro cenário,  outros personagens e inspirado por uma infinidade de outros sabores resultariam num relato muito semelhante, porque ambas, para a minha surpresa, vêem o ato de comer da mesma forma.

O Iraque pós queda de Sadam Hussein o Líbano atravessando uma guerra civil e a cidade que depois de 03 anos ainda reluta em me aceitar como parte dela são igualmente hostis. Não deram à mim, nem à Annia, uma casa, o lugar onde se compartilha o pão com pessoas queridas. Meus mais simples e mais elaborados pratos são sempre servidos prá uma só pessoa, àquela que ao sentar à mesa não tem com quem dividir o entusiasmo do feito. O prato já fora provado uma centena de vezes e as impressões do produto final já lhe são óbvias.

Mas engana-se quem acha que o dissabor de não ter com quem partilhar o pão nos afaste da cozinha. Assim como Annia, quanto mais me sinto sem raízes, mais eu cozinho. Passo horas na cozinha esperando por um tempo e um lugar onde as pessoas que se amam sentem em volta de uma mesa e conversem. Posso dizer com a segurança de quem não perde o ponto de uma calda que poucas vezes tive momentos assim aqui...

Cozinho para compreender o novo lugar, para tocar, sentir e assimilar a matéria-prima do meu novo ambiente. Faço comidas que parecem familiares e comidas que parecem estranhas. Cozinho porque comer sempre foi meu jeito mais confiável de entender o mundo. (...) Cozinho para afastar a solidão, a saudade de casa, o sentimento persistente que não pertenço a um determinado lugar e porque a comida restaura uma sensação de familiaridade. 

Imagino que quando a minha irmã escolheu este livro para me dar de presente de aniversário pensou apenas em comprar um livro que falasse de comida mas que não fosse propriamente um livro de receitas. Devo dizer que ele foi mais... é como se eu tivesse dado a alguém, a chance de escrever minha própria história.

sábado, 15 de setembro de 2012

O Último Chef Chinês

Esqueça tudo o que te disseram sobre comida chinesa! Bom, eu pelo menos já esqueci das referências de culinária chinesa que eu tinha até então... China In Box http://www.chinainbox.com.br/?sessao=1#&panel1-1 (sobre o qual não posso emitir qualquer opinião porque nunca comi lá) e os mitos sobre chineses comedores de insetos.

Pois bem, esse livro não fala de nada disso! Prá começar não se trata de um livro de receitas ou de um tratado sobre culinária, é um romance. Maggie McElroy é uma jornalista norte americana que escreve sobre gastronomia para uma revista e tem como missão escrever um perfil sobre Sam Liang, um chef nascido e criado nos Estados Unidos, mas que por conta de sua ascendência oriental decidira morar na China para mergulhar nas receitas mais tradicionais do país, datadas do tempo dos imperadores.

Não fui metafórica ao dizer que 'devorei' o livro. Só consigo mensurar o peso de 300 páginas pelo quanto aprendi sobre o quão importante para os chineses é, comer! Deixei-me contagiar pela descrição minunciosa dos sabores, dos processos de preparo e de toda a carga simbólica que envolve a refeição.



Recomendo a leitura

E comprovando a minha teoria de que comida conecta as pessoas, o livro me foi indicado por uma pessoa que sequer me conhece mas que logo que soube que eu me interesso pelo assunto, me emprestou o livro! À Andréa Carvalho (gerente da minha irmã) meus sinceros agradecimentos pela oportunidade de aprendizado! O livro estará em suas mãos assim que eu voltar para São Paulo.

domingo, 9 de setembro de 2012

Série Mulher (Década de 50)

Estava fazendo um curso de restauração de encadernação de livros ( pra ter certeza que não quero trabalhar com restauro). Quando de repente me deparo com esta meiguice de coleção da década de 50. Uma colega levou para restaurar...

Capa da série de receitas

Receita prática de doce de abóbora. Todas as receitas daí são práticas.


Toda a coleção.

Inicio da restauração da encadernação.

sábado, 26 de maio de 2012

Quiche Du Peru




A pessoa aqui curte um livro, se for de receitas então... Na minha pequena coleção tem de clássicos a coletânea de receitas de liquidificador vendidas no trêm passando por aqueles promocionais do tipo 'compre uma lata de molho de tomate e ganhe um livro de receitas'.
Quando eu pego um livro de receitas, leio como romance, da 1.ª à última página e ainda que pareça loucura, isso me ajuda muito na hora de ir prá cozinha.


Foi assim que cheguei à receita dessa torta.

Os ingredientes listados abaixo rendem uma quiche para 2 pessoas, lembrem-se eu moro sozinha! Se o seu eleitorado for grande, é só ir aumentando tudo respeitando as proporções.

MASSA

1 xícara de farinha de trigo
1/2 embalagem de creme de cebola em pó
5 colheres de sopa de margarina
1 gema

Em uma vasilha misture todos os ingredientes. Arrume a massa num refratário deixando-a com cerca de 1cm de espessura.


RECHEIO

100 gr de queijo minas frescal triturado
100 gr de peito de peru triturado
1 colher de café de orégano
3 colheres de sopa de leite
1 copo de requeijão cremoso (220ml)
3 fatias de mussarela ralada

Junte todos os ingredientes e despeje sobre a massa. Polvilhe por cima a mussarela e leve ao forno por 30 minutos em temperatura média ou até que ela esteja dourada



#dicasimportantes
1. Eu usei um refratário muito grande levando em consideração o tamanho da minha quiche, por isso, ela ficou bem fininha. Quanto mais fina fica a massa, mais ela esfarela (o que é natural em se tratando de massas de quiche) mas a questão é, se ela estiver muito fina na hora em que você vai tirar do refratário ela desmonta. Foi só na 3.ª fatia é que consegui que ela saísse inteirinha...

2. O creme de cebola em pó dá um sabor bem marcante à massa por isso nada de colocar coisas muito condimentadas ou carregadas de sal como bacon ou calabresa no recheio, vai ficar difícil comer!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Falar de comida...

Está na moda entre a intelectualidade falar sobre alimentação.

E, para nooooossa alegria, a SciELO Books divide muita coisa com a gente.

Hoje recebi um link que me encaminhou direto para Comida: prazeres, gozos e transgressões da Angelina de Aragão Bulcão Soares Nascimento.

Ainda não li tudo, mas estou bastante curiosa e prometo voltar para comentar.

Para dar uma idéia:

"No âmbito da cultura material, a alimentação destaca-se como o aspecto mais importante das estruturas da vida cotidiana.
O ato de cozinhar transformou a natureza que só nos dá alimentos crus. A passagem do cru para o cozido foi considerada por Lévi-Strauss como equivalente à passagem do homem da natureza à cultura5. A partir de então, sob o domínio da linguagem, o comportamento de se alimentar extrapolou o âmbito da necessidade e da nutrição". (p. 29)
Por ora, fica a dica.

Synopsis

Neste livro a autora enfoca vários aspectos que se entrelaçam, para que o objetivo de ampliar a questão da alimentação para além da nutrição, seja alcançado. Este é um livro que, pela originalidade de seu enforque, pelo cuidado na pesquisa dentro de uma área que, afinal, atinge a todos, não pode deixar de despertar grande interesse. E de ensinar a ver aspectos da realidade em que as pessoas estão imersas e, por isso, cegas para eles. É uma leitura proveitosa, enriquecedora, erudita e, em grande parte - o que parece cada vez mais raro - despretensiosamente divertida.

Cada indivíduo passa, em média, quinze anos da sua vida comendo, e senta-se à mesa umas cem mil vezes.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Você tem fome de que?

Não, eu não vou cantar Comida dos Titãs, a dica é de um texto acadêmico que faz um levantamento bibliográfico das correntes de pesquisa sobre história da alimentação no Brasil


Você tem fome de quê?

Alimentação permite entender a dinâmica das relações no Brasil colonial

Carlos Haag


O texto está disponível em: http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=4601&bd=1&pg=1&lg= e eu super recomendo!!!

sábado, 25 de fevereiro de 2012

A Formação da Culinária Brasileira

Porque nem só de panelas se faz um bom cozinheiro!


A dica é de um livro que eu ainda não li, ou melhor, não terminei de ler. Conheci Carlos Alberto Dória num ciclo de palestras sobre culinária na Livraria Cultura promovida por Alex Atala.


Foi então que me deparei com um outro olhar sobre a comida, ir para além do olhar ingrediente, técnica e nutrição e pensar em política, economia e identidade. E foi, talvez naquele momento, que despertei para o fato de que eu também poderia falar de comida e sob vários aspectos. Eis me aqui!!!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Bolinhos de Estudante!


Um semestre letivo inteiro de distância e aqui estou eu de novo. Estou dentro!
Ai que saudade! São tantas dívidas, tantas pendências, tanto assunto pra colocar em dia que decidi começar pelo final, embora seja também o começo.
Como assim??? Pago minha primeira dívida com a última receita executada.
Tenho percebido, ao longo de meus longos anos [........pausa para captar o som do riso da platéia.......] que os livros de receita veem se transformando em relatos históricos, antropológicos, pedagógicos. Verdadeiras cartilhas patrimoniais. O que é incrível. Há muito tempo os livros nos trazem mais do que receitas, agora nos oferecem experimentação cultural... Que nada mais é que o ar que eu respiro.

Hoje quem ganha a vez é a coleção da editora Globo denominada de O GOSTO BRASILEIROA queridíssima sócia Kath presenteou a mim e a Vilma com um exemplar para cada de AS MELHORES RECEITAS DA COZINHA BAIANA.  Levando em consideração que ganhamos os livros de presente de aniversário [que foi em setembro], dá pra se dimensionar o tamanho do atraso.

É claro que o livro tem muito mais do que o bom da mesa baiana. Tem uma seção que trata dos aspectos históricos e culturais da cozinha na Bahia, as fotos dos pratos são lindíssimas e, o que julgo ser o mais interessante, contêm um glossário que apresenta os ingredientes que podem ser desconhecidos para quem não é da região.








Comecei pela receita que me parecia mais fácil.


Bolinhos de estudante: que leva esse nome por conta dos ingredientes que são abundantes e baratos na Bahia, básico na mesa dos mais humildes, aos quais se encaixam os estudantes. É, eu sei bem o que é isso [olhar de melancolia!].
A receita é bem simples. Confira abaixo: 



mas... A minha não deu o ponto de enrolar e eu não tinha mais tapioca [comprei a quantidade certinha que pedia na receita, o que deixa a dica de comprar um pouco mais para dar o ponto se necessário for].
As amigas baianas que me perdoem, mas quem me conhece sabe que não sou de perder a viagem, e já que não deu ponto, o jeito foi improvisar.
Fritei a massa à colherada como se fossem bolinhos de chuva. Se ele grudar no fundo [aconteceu com alguns], não entre em pânico, 10 segundinhos depois e encostando um garfo ele solta.
Mas, como mente gorda não tem limite e se tem uma coisa que me mata de preguiça é fritura [na metade da massa já me dá vontade de fazer um bolotão e jogar de uma vez só – #ALoka!], experimentei assar.
GENTE!!!!! Pára tudo, pense em algo que nem deveria existir de tão bom que ficou... coloquei em forminhas que cabiam uma colher de sopa de massa em cada, salpiquei açúcar com canela e levei ao forno elétrico por cerca de 10 minutos [foi quando vi que as laterais estavam douradas]. Só consegui pensar o que seria de mim se jogasse uma bola de sorvete encima. Mentalizei o mantra “O vestido tem que entrar em duas semanas” e consegui me livrar do encosto da gula.
Tá! Pra quem defende o patrimônio e tal, eu altero demais as receitas alheias... É, essa sou eu e meu 15º sobrenome é PARADOXO.





 Baianas, me perdoem... mas ficou muito bommmmmmmmmmmmmmmmmmmmm.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Cozinhando, na teoria!

Se na prática eu não sou lá uma grande cozinheira...






Com os 06 que ganhei da minha irmã neste final de semana estou perto dos 60 e convenhamos, em quantas casas você já chegou e achou tanto livro de receita na estante da sala???

domingo, 2 de outubro de 2011

"Culinária Divina: Para o deleite dos fiéis, religião e comida sempre caminharam lado a lado."

Curioso momento de êxtase.

Hoje, enquanto remexia minhas revistas velhas de História, Cultura e Política a caça de assuntos ligados à Revolução Industrial, encontrei o exemplar 14 da Revista das Religiões: o Mundo da Fé e me deparei com uma matéria que desde 2004 (ano em que a revista veio às bancas ) estava para ler, claro que muito antes de chegar o dia de hoje eu já havia me esquecido dela.

A matéria é interessantíssima e o nome diz tudo - DIVINA CEIA: O Significado da Comida nas várias religiões (Inclui Receitas!).

E é isso mesmo, INCLUI receitas. Fantástico! Vocês não fazem idéia do meu deslumbramento com a matéria... kkk
Abaixo transcrevo um trecho, além da introdução, o texto apresenta o significado da comida em sete religiões...

 SUPER VALE A PENA LER.


Vamos lá:
“Candomblé
Se a máxima casamenteira diz que um homem é fisgado pelo estômago, no Candomblé, o santo é conquistado pelo paladar. Azeite-de-dendê, farofa, coentro, pipocas, folha de bananeira, ervas, frutas e muito, muito axé. A comida no Candomblé é ebó, oferenda que, mais do que entregue simbolicamente aos orixás, será consumida por eles – que, se e somente se estiverem satisfeitos, atenderão às demandas dos fieis. Nesse sentido, saber combinar cores, aromas e sabores, mais do que um dote, é a garantia de bom relacionamento com o guia espiritual. Para tanto, há prescrições complexas quanto ao modo de preparo e o tipo de prato a ser oferecido ao orixá, pois cada santo tem um gosto específico. Nos terreiros, a cozinha é um lugar sagrado, muitas vezes reservados aos iniciados, que funciona não apenas como um local de preparação do alimento, mas também de transmissão de conhecimento. Segundo afirma um ditado popular na religião, ‘Candomblé mesmo é cozinha’. Saravá!

Omolucum

Ingredientes:
1 quilo de feijão fradinho cozido
200 gramas de cebola ralada ou no batida no liquidificador
200 gramas de camarão seco moído
100 ml de azeite-de-dendê
Sal a gosto
Modo de preparo:
Coloque o azeite-de-dendê numa panela e refogue a cebola juntamente com o camarão. Em seguida, acrescente o feijão fradinho previamente cozido e o sal, deixando criar uma consistência firme até soltar da panela. Sirva quente.”


Sensacional! 

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

O livro do brigadeiro

Saldo do meu aniversário: 6 novos livros de receitas! Esse eu li praticamente de uma tacada só, não resisti à capa rsrsrsrs
A história da Maria Brigadeiro http://www.mariabrigadeiro.com.br/ dona da loja e autora do livro é intercalada por muitas receitas e curiosidades! Eu super recomendo a leitura!!!
'uma em cada 10 malas que saem do Brasil rumo ao exterior leva escondida uma lata de leite condensado' e não deve ser prá fazer pudim, vamos combinar?

sábado, 20 de agosto de 2011

1001 comidas para provar antes de morrer

1001 comidas para provar antes de morrer apresenta os mais deliciosos, extravagantes, populares e irresistíveis sabores encontrados na culinária de todo o mundo.
Com a colaboração de outros 53 especialistas, Frances Case selecionou 1001 alimentos notáveis por seu sabor, aroma ou textura e os reuniu neste guia gastronômico de dar água na boca.
Ilustrado com belas fotografias, este livro traz descrições detalhadas de cada alimento, indicando seu local de origem, sua história, as características que o tornam especial e a melhor forma de prepará-lo para que seja apreciado com toda a reverência que merece.




PIREI! O primeiro impulso foi contabilizar quantas das 1001 comidas listadas eu já tinha provado... desisti depois de ler a orelha do livro. Não fossem as quase 1000 páginas eu ia andar com ele prá cima e prá baixo até chegar no último item da seção de doces. Como não se trata de uma edição de bolso, vou fazendo a leitura aos pouquinhos e é mais um prá coleção!!!



sábado, 16 de julho de 2011

Coisa de mãe



Toda mãe tem um desses. O de lá de casa é de uma época em que você juntava os saquinhos de açúcar, pagava lá uma quantia e trocava pelo livro de receitas na banca de jornal. O meu veio em fascículos direeeeeeto da revista da Avon, presente da Shellida, que aliás anda batendo cartão por aqui!
O livro, dispensa apresentações e é o tipo de bibliografia que vale a pena ter em casa.

sábado, 11 de junho de 2011

De doce, eu entendo!

Comemos para saciar a fome, mas o que comemos, em quais circunstâncias e de que maneira são determinações culturais. Um bom exemplo disso é esse livro de Gilberto Freyre.


Em Açúcar (1939) o autor recolhe receitas regionais que se mantiveram em segredo pelas mulheres como tesouros preciosos, passados de mãe para filha. Doces de pedigree, que têm história, que têm passado. Porque numa velha receita de doce ou de bolo há uma vida, uma constância, uma capacidade de vir vencendo o tempo sem vir transigindo com as modas. Maria Letícia Monteiro Cavalcanti






As receitas do livro, aí 'musealizadas' faziam parte da expografia da exposição 'Gilberto Freyre - Intérprete do Brasil' montada pelo Museu da Língua Portuguesa em 2007. A exposição recriava espaços de uma casa e cada um desses espaços eram apresentados a partir de trechos das obras do autor. Desnecessário dizer que eu pirei nas latinhas né? Mas como o museu não tem loja de souvenir, fiquei sem a minha!

sábado, 23 de abril de 2011

Bibliografia especializada É "Tudibom"!

Sempre achei que a maior vantagem de ter uma cozinha para chamar de minha era poder arriscar sem medo de errar. ACERTEI!
Encontrar alguém que topa de tudo e não coloca limites à minha imaginação É A MINHA MOTIVAÇÃO.
Agora, minha última descoberta é a literatura especializada na área da arte de cozinhar. Não que eu desconhecesse sua existência, mas a vida de estudante com a conta bancária limitada às prioridades acadêmicas me manteve distante dela – não que a situação tenha mudado muito, mas hoje tenho financiamento culinário – kkkkkkkkk.
Minha última aquisição [via incentivo –rsrsrsrs] foi, 2 dos 5 volumes da coleção LAROUSSE DA COZINHA DO MUNDO
 A coleção traz as receitas típicas de países dos cinco continentes, mas, o interessante é que cada livro contem informações sobre a cultura e a gastronomia de cada região, além de sugestões de cardápio, de bebidas que melhor acompanha cada prato e formas de adaptar os pratos no caso de conter em seus ingredientes algo exótico ou sazonal. 

A coleção Larousse da Cozinha do Mundo é composta dos seguintes volumes:
Ásia e Oceania
Américas
Europa Central, Leste Europeu
Mediterrâneo
Europa Ocidental e Escandinávia
Oriente Médio, África e Índico.

TENHO OS VOLUMES ÁSIA E OCEANIA E EUROPA CENTRAL E ESCANDINÁVIA.
FICA A DICA DE PRESENTE (pra mim - claro - kkk)

sábado, 16 de abril de 2011

Quero o meu com bastante queijo


Acredito profundamente em transmissão de pensamento. Na antevéspera de Natal vi a resenha desse livro na Folha e pirei... queria porque queria ler mas nem cheguei a comentar com ninguém a respeito.




Dias depois qual não foi a minha surpresa quando a minha irmã me aparece com o livro de presente???




Devorei o livro! O romance conta a história de uma mulher que atribuiu sabor aos seus amores e desamores. O livro é recheado de receitas para conquistar, apaixonar, amarrar e para chorar a dor do amor perdido!




A essa altura o meu já tá emprestado prá 3.ª ou 4.ª leitora e ainda tem mais um monte na fila! Fica aí a dica!