quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Pão de fubá.

Uma rapidinha entre o almoço e o jantar??? kkkk



Crocante por fora e macio por dentro.

Ingredientes:
2 xícaras de chá de farinha de trigo
1 xícara de chá de fubá
1/4 de xícara de chá de óleo ou azeite
2 colheres de sopa de açúcar
1 ovo
1 colher de sopa de sal
1 colher de café de erva doce
1 sachê de fermento para pão
3/4 de xícara de chá de água morna

Modo de preparo:
Amorne a água, misture o açúcar e o fermento. Espere fermentar.
Numa travessa junte os outros ingredientes, aos poucos misture o fermento dissolvido.
 A massa tem que ficar homogenia, elástica e sem grudar nas mãos. Se ficar mole, acrescente mais farinha. Se ficar ressecada, acrescente água.
Faça uma boa, cubra com um pano de prato limpo e deixe-a descansar por cerca de uma hora.
Molde e leve ao forno em forma untada e enfarinhada.
Dourou na superfície está pronto!


Cheirinho de pão quente.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Bolo vegano de laranja com gengibre...

Confissão!
É isso que trago hoje (risos).

Meu bolo deu certo. Ufa!
Tentei fazer um bolo domingo e... Deu errado de novo. No mesmo domingo eu descobri uma rede social cujo tema é alimentação vegana: Menu Vegano. Achei o máximo.

Hoje vi uma receita de bolo de laranja com gengibre, achei bem fácil e resolvi arriscar.

DEU CERTO!

Ficou uma delícia!

Confiram a receita e experimentem a rede social. Eu recomendo.

http://www.menuvegano.com.br/article/show/795/bolo-de-laranja-com-gengibre

domingo, 6 de janeiro de 2013

Comida com amor

Correria do dia a dia, como mais fora do que em casa, mesmo assim tenho que cozinhar, meu marido está mais tempo no lar e o tempo que passo por aqui  tenho vontade de comer "comida de verdade" como diz meu avô.

Confesso que passo no mercado compro o que preciso, venho para a casa e cozinho, sem "aquela vontade" que sempre tive, apenas para abastecer o corpo humano...

Como sempre, comemos e dividimos as tarefas, uma lava outro seca e assim sucessivamente. Quando sou surpreendida por uma pergunta do meu marido:

 -Quando você voltará a cozinhar com amor? Quando voltaremos a sentir aquele sabor na sua comida?

Nossa!!! Isso quebrou minhas pernas...

É bem verdade, há meses não fazia comida com "amor e vontade", apenas fazia para nos alimentarmos e não saborearmos...

E pra você o que é comida feita com amor?

Pra mim é dedicar-se aquele momento, é fazer com vontade e dedicação, é querer saborear e satisfazer a si e os demais...

Coisa que eu não estava pensando...

ps: Isto aconteceu em Set./2012.



sábado, 5 de janeiro de 2013

Chapati

"Chapati é um pão típico da culinária indo-portuguesa de Goa, Damão e Diu, outrora pertencentes ao Estado Português da Índia. Dado o número elevado de goeses radicados em Moçambique, é também um pão comum nas mesas nesse país africano."


Só posso dizer uma coisa: Não imaginava que a simples mistura de farinha, azeite, água e sal pudesse ser tão surpreendente.



Ingredientes

  • 250g de farinha de trigo
  • 1 pitada de sal
  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • 1/4 xícara (60 ml) de água
  • Talvez precise de mais água

    Instruções de preparo

    Sobre uma vasilha, peneire a farinha e o sal. Acrescente o azeite e a água. Amasse a massa até ela ficar homogênea e elástica. Divida a massa em 8 bolas. Cubra e deixe descansar por cerca de 30 minutos na geladeira. Com um rolo de macarrão, abra em disco. Deixe os discos bem finos. 
    Esquente uma frigideira em fogo médio-alto. Leve um disco de cada vez à frigideira. Enquanto doura, com uma bola feita com um pano de prato limpo vá pressionando as laterais do disco. Vai perceber que subirão bolhas na massa, pressione levemente as bolas e continue batendo o pano nas laterais do disco (quanto mais fina abrir a massa, mas bolhas irão se formar e mais crocante ficará o chapati). Vire e repita o processo do outro lado (o segundo lado não vai inflar tanto quanto o primeiro).
    É uma delícia ver a massa inflando... kkk


sábado, 15 de dezembro de 2012

Hambúrguer de soja


Já tinha postado essa receita, mas acho que deletei sem querer. Então vamos lá novamente.

Fiquei surpresa com o sabor. Ninguém que experimentou rejeitou o sanduíche que preparei com esse hambúrguer.

 E é bem fácil.
Ingredientes:
1 xícara de proteína de soja texturizada e hidratada
3 colheres de sopa de farinha de trigo
Alho frito, sal, ervas finas, uma colher de sopa de azeite e os mais temperinhos que preferir.

Preparo:
Escorra bem a proteína de soja, misture os demais ingredientes.
A massa não fica consistente. Ela desmancha nas mãos.
Pegue a quantidade para um hambúrguer, coloque na frigideira levemente untada com óleo ou azeite. Molde (já na frigideira) e leve ao fogo. Em dois minutos a massa com o calor assume a consistência necessária para que você vire o hambúrguer. Vire-os e espere mais dois minutos OU vire e coloque  queijo, tomate e orégano.

DOIS minutos de cada lado é o suficiente.

Torta de Batatas



Essa é muuuuito rápida.



½ quilo de batatas cozidas e espremidas
1 ovo inteiro levemente batido
1 xícara de chá de farinha de rosca
Tempero e recheie com o que preferir (frios, legumes, etc.)

Eu temperei com sal, salsa e outras ervas desidratadas, queijo ralado e pimenta do reino.
Para o recheio eu usei 100g de ricota defumada triturada, azeitonas e queijo branco picadinho.

- Basta misturar os primeiros ingredientes todos e, para o recheio pode-se preparar de duas formas, ou misturar à massa ou colocar metade da massa numa assadeira, despejar sobre ela o recheio e cobrir com o restante da massa.
Eu misturei com a massa.

Não precisa untar a forma...
Levei para assar até que a superfície ficasse bem douradinha.
Antes de servir, deixe que a temperatura abaixe para que a torta ganhe consistência.

É isso!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Dias de Mel


Existem muitas maneiras de salvar uma civilização. Uma das mais simples é com comida e essa é a maneira pela qual a minha pequena civilização vem sendo salva!

O texto de Anna Ciezadio poderia perfeitamente ter sido escrito por mim. Um outro cenário,  outros personagens e inspirado por uma infinidade de outros sabores resultariam num relato muito semelhante, porque ambas, para a minha surpresa, vêem o ato de comer da mesma forma.

O Iraque pós queda de Sadam Hussein o Líbano atravessando uma guerra civil e a cidade que depois de 03 anos ainda reluta em me aceitar como parte dela são igualmente hostis. Não deram à mim, nem à Annia, uma casa, o lugar onde se compartilha o pão com pessoas queridas. Meus mais simples e mais elaborados pratos são sempre servidos prá uma só pessoa, àquela que ao sentar à mesa não tem com quem dividir o entusiasmo do feito. O prato já fora provado uma centena de vezes e as impressões do produto final já lhe são óbvias.

Mas engana-se quem acha que o dissabor de não ter com quem partilhar o pão nos afaste da cozinha. Assim como Annia, quanto mais me sinto sem raízes, mais eu cozinho. Passo horas na cozinha esperando por um tempo e um lugar onde as pessoas que se amam sentem em volta de uma mesa e conversem. Posso dizer com a segurança de quem não perde o ponto de uma calda que poucas vezes tive momentos assim aqui...

Cozinho para compreender o novo lugar, para tocar, sentir e assimilar a matéria-prima do meu novo ambiente. Faço comidas que parecem familiares e comidas que parecem estranhas. Cozinho porque comer sempre foi meu jeito mais confiável de entender o mundo. (...) Cozinho para afastar a solidão, a saudade de casa, o sentimento persistente que não pertenço a um determinado lugar e porque a comida restaura uma sensação de familiaridade. 

Imagino que quando a minha irmã escolheu este livro para me dar de presente de aniversário pensou apenas em comprar um livro que falasse de comida mas que não fosse propriamente um livro de receitas. Devo dizer que ele foi mais... é como se eu tivesse dado a alguém, a chance de escrever minha própria história.